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    Criadas condições necessárias para arranque do ano lectivo 2012

    As condições necessárias para o arranque do ano lectivo 2012 estão criadas, indica o comunicado final da reunião da Comissão Nacional para a Política Social, orientada nesta sexta-feira, na Cidade Alta, pelo vice-presidente da República, Fernando da Piedade Dias dos Santos.

    O encontro visou avaliar o memorando sobre a preparação e organização do arranque no ano lectivo 2012 e incidiu sobre a previsão dos efectivos escolares, o recrutamento de novos professores, a produção e distribuição do material escolar, organização e gestão escolar, bem como o programa da merenda escolar.

    O ministro da Educação, Pinda Simão, esclareceu que o ano lectivo 2012 deverá ter cerca de seis milhões e 800 mil alunos da iniciação até ao segundo ciclo do ensino secundário.

    Informou que 37 milhões de manuais, dos 41 milhões previstos foram já produzidos. Perto de 31 milhões estão já a ser distribuídos, estando já perto de 20 milhões nas diferentes províncias, com o apoio da Casa Militar da Presidência da República.

    Adianta que foram recuperados alguns materiais didácticos usados no ano lectivo passado, que permitirá estar numa situação melhor que no ano transacto.

    Pinda Simão disse haver igualmente um programa de produção de quadros, borrachas, cadernos, giz e lápis em vários pontos do país, devendo beneficiar alunos de áreas mais carenciadas.

    Adianta que estão a ser produzidas também carteiras, secretárias e quadros tendo alguns destes materiais e equipamentos sido já encaminhados para diferentes pontos do país.

    Anunciou para a próxima semana uma reunião do conselho técnico, com a participação de vice-governadores provinciais, para debater ao pormenor questões ligadas à distribuição de material e equipamento.

    A qualidade de ensino é um produto que deve ser construído, aumentando a formação de professores, principalmente, para os que ministram a 5ª e 6ª classes, e que devolvem a mono-docência, bem como reforçando a supervisão escolar.

    Falou também da criação este ano das zonas de influência pedagógicas, como sendo “escolas-piloto”, com os melhores professores, que deverão contribuir para a superação dos seus colegas das instituições circunvizinhas.

    O objectivo é melhorar o desempenho dos professores para um maior rendimento dos alunos, para que estejam à altura das expectativas da população angolana, declarou o governante.

    Quanto à merenda escolar, afirmou que devido aos limites orçamentais vai-se atender essencialmente crianças das áreas periféricas das grandes cidades e das zonas rurais.

    A pretensão é que o programa seja mais alargado e atender mais alunos e por isso as administrações municipais deverão assumir a responsabilidade de acompanhar, monitorar e introduzir as correcções que se impuserem, sublinha.

    Pinda Simão referiu que as administrações municipais deverão ainda potenciar a população das zonas onde estão instaladas os estabelecimentos escolares fornecendo os produtos específicos da região e que podem constituir a ementa da merenda escolar.

    Explicou que a merenda não é uniforme em todo país. Deve adaptar-se à realidade de cada região e aproveitar as potencialidades ali existentes.

    Fonte: Angop

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