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    INEFOP promove mais de oito mil postos de trabalho

    Oito mil 628 postos de trabalho foram criados, de 2021 a 2023, pelo Instituto Nacional de Formação Profissional (INEFOP) no Cuanza Norte.

    Segundo o director do INEFOP na província, António Gaspar Quintas, que falava nesta sexta-feira à ANGOP, os postos de trabalho criados, nos últimos três anos, foram acompanhados com a distribuição de 2.119 kits profissionais, no quadro das acções do Governo de apoio à juventude, em prol do combate à pobreza, geração de renda familiar e promoção do auto-emprego.

    A acção do INEFOP, acrescentou, abarcou ainda a atribuição de microcréditos para iniciativas de negócio a 258 jovens, enquanto 289 participaram em estágios profissionais e 945 tiveram acesso a emprego em várias instituições, por via da mediação dos centros de emprego.

    No capítulo da formação profissional, António Gaspar Quintas disse que nos últimos três anos foram capacitados, nos 13 centros de formação no Cuanza Norte, mais de seis mil jovens, sendo 3.266 em cursos profissionais e 3.383 em artes e ofícios.

    O responsável disse que no presente ano (2023), o instituto inscreveu 2.711 formandos, entre os quais 750 mulheres e 1.961 homens em cursos de curta, média e longa duração, onde 2.136 terminaram a formação com sucesso, enquanto 456 desistiram.

    No primeiro trimestre de 2023, mil e 218 jovens, dos dois mil e 711 inscritos nos centros de emprego no Cuanza Norte, conseguiram emprego. Em 2022, a instituição matriculou 2.150 formandos, dos quais mil 713 terminaram a formação com sucesso.

    O sector secundário, com uma oferta de 776 vagas, foi o que maior número de jovens absorveu, seguido do secundário com 397 e do primário com 45 colocações.

    Nos centros, assegurado por 56 formadores, foram ministrados os ofícios de cabeleireiro, carpintaria, canalização, corte e costura, culinária, pastelaria, decoração, electricidade, electrónica, mesa e bar, informática, climatização, serralharia e alvenaria.

    Cambambe

    No municipio do Cambambe, a falta de financiamento para o normal funcionamento do Centro Integrado de Emprego e Formação Profissional está a condicionar a abertura de novos cursos no plano pedagógico da instituição.

    O director do centro, João José, disse à ANGOP, ser intenção da direcção a promoção de cursos de agricultura, pecuária, avicultura e pescas, mas a falta de recursos financeiros para o suporte das despesas correntes, limita o centro a cursos tradicionais.

    Desde a sua inauguração em 2008, o centro do INEFOP no Dondo já formou seis mil 252 candidatos, muitos deles encaminhados para o emprego, em diferentes empresas.

    No quadro do Programa de Promoção da Empregabilidade (PAPE), desde 2022, foram criados mais de dois mil postos de trabalhos em diversas áreas. LJ/MF/IMA/OHA

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