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    Vice-ministro diz que há falta de quadros especializados em engenharia petrolífera

    Indústria petrolífera necessita do concurso de jovens com habilitações em várias áreas

    O vice-ministro dos Petróleos, Aníbal Silva, disse em Luanda que o número de quadros especializados em engenharia de petróleos em Angola ainda não é satisfatório.
    Aníbal Silva reconheceu o facto em declarações ao Jornal de Angola por ocasião da realização da Conferência Internacional sobre o Ensino de Engenharia de Petróleos em Angola, que decorreu na Universidade Agostinho Neto, com o objectivo de promover a contribuição do sector petrolífero para o desenvolvimento sustentado.
    O vice-ministro dos Petróleos disse que a inclusão do curso de engenharia nas universidades angolanas é uma mais-valia.
    “Todos os esforços no sentido de formar quadros com qualidade e excelência para a indústria petrolífera, considerado até aqui como o maior pólo de desenvolvimento da economia angolana, são benéficos”, defendeu.
    Para Aníbal Silva, embora já exista este curso em algumas universidades, é preciso definir estratégias para o próximo ano noutras especialidades, como de reservatório, perfuração, produção, pesquisa e geofísica.O reitor da Universidade Agostinho Neto (UAN), Orlando da Mata, que proferiu o discurso de abertura da conferência, considerou que “o grande desafio na formação superior é procurar atender os indicadores de qualidade internacionalmente aceites, para que os especialistas formados no país possam estar em condições de competir num mercado cada vez mais global e competitivo, como o petrolífero”, disse.  “É preciso pensar numa formação onde os actores, para além da busca dos altos índices de produtividade, possam também, com espírito de cidadania, respeitar o ambiente e garantir o futuro para as novas gerações”, referiu Orlanda da Mata.
    O reitor da Universidade Agostinho Neto defendeu ainda que “se desejamos um desenvolvimento sustentável nacional, com participação activa no sector petrolífero, o processo de formação dever ser a base, para não edificarmos um edifício com prazo de validade vencido e que seja dependente, sistemática e continuamente, de terceiros”.

    Manuela Gomes

    Fonte: Jornal de Angola

    Fotografia: Jornal de Angola

     

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