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    Valor de Angola cresce no mundo

    O Governo chinês reafirmou na sexta-feira em Addis Abeba o interesse em reforçar os laços de cooperação com Angola, com vantagens recíprocas, durante um encontro entre o ministro das Relações Exteriores, Georges Chikoti, e o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da China, Zhang Ming.
    O enviado especial do governo chinês felicitou o Executivo pelos êxitos que está a alcançar com os programas de pacificação, reconciliação e reconstrução nacional, e realçou que o seu país espera que as eleições de 31 de Agosto decorram bem e que Angola continue a crescer.
    O ministro das Relações Exteriores manteve ainda um encontro com o representante da Geórgia, que solicitou o apoio de Angola e dos países das Comunidades de Desenvolvimento da África Austral (SADC) e de Língua Portuguesa (CPLP) para a sua reeleição para membro observador da Comissão de Direitos Humanos da ONU.
    Chikoti reuniu-se igualmente com o enviado do Governo inglês, Hendry Bellingham, com quem abordou questões de interesse bilateral.
    Georges Chikoti teve também um encontro com o seu homólogo indiano, P.S. Ranghavan, com quem falou do incremento da cooperação e da possibilidade deste país asiático investir na produção energética.
    Numa outra audiência abordou com o vice-ministro dos Negócios Estrangeiro da Austrália, Richard Marles, o incremento das relações entre os dois países, com realce para a agricultura.
    O ministro dos Negócios Estrangeiros do reino do Butão, Lyonpo Dago Tahering, e o vice-ministro das Relações Exteriores da Coreia do Sul, Bong Hyun Kim, solicitaram o apoio de Angola às suas candidaturas a membros não permanentes do Conselho de Segurança da ONU. As audiências realizaram-se à margem da reunião de ministros das Relações Exteriores africanos, que preparam a XIX Cimeira de chefes de Estado e de Governo da organização, que se realiza hoje e amanhã, na capital etíope.
    Diplomatas que preparam a cimeira defendem que, caso não se consiga eleger um presidente para a Comissão, os Chefes de Estado e de Governo podem exigir a retirada das duas candidaturas e convocar novas eleições para Janeiro de 2013.
    Pelos corredores da sede da União Africana vários diplomatas continuam envolvidos em campanhas para fazer eleger os seus candidatos.
    A instabilidade política no Mali, os conflitos na República Democrática do Congo, na região dos Grandes Lagos e entre o Sudão e o Sudão do Sul também estão em debate para encontrar propostas a apresentar aos Chefes de Estado e de Governo.

    FONTE: JA

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