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    Uíge – Como corrigir erros no parto A cirurgia da fístula obstétrica

    A cirurgia da fístula obstétrica

    A cidade do Uige acolhe nos dias 25 a 26 do mês em curso a conferencia sobre a cirurgia da fístula obstétrica, organizada pelo governo provincial do Uige e o ministério da Saúde.

    A fístula obstétrica, é uma doença, que ocorre, por erros de má assistencia de um parto, em caso em que as partes duras do corpo do bébé, entram em contacto com a parede da visícula vaginal da mãe, o que tem resultado em alguns casos, numa rotura que permite a comunicação da bexiga e a visícula vaginal, como consequencia da perda descontrolada e consequente de urina.

    Situação que tem deixado, centenas de mulheres em estado humilhante e improdutivo, rejeitadas pelas familias e a sociedade, devido ao mau cheiro a que ficam submetidas.

    Dr. Benji Moco Henrique, Director Provincial da Saúde no Uige, numa conferencia de imprensa concedida aos jornalistas nesta cidade, falou dos objectivos da conferencia.

    A fistula obstétrica em Angola, tomou proporções durante o conflito armado, altura em que maior parte de mulheres nas zonas rurais, dava à luz em condições sacrificantes, e sem qualquer assistencia de parteiras em algumas circunstancias.

    Passado o tempo, o problema prendia-se com a falta de experiencia cirurgica sobre a efermidade, por parte de muitos técnicos quer nacionais e internacionais.

    A primeira cirurgia da patologia em Angola, foi realizada há quatro anos atrás na provincia do Uige, por um medico italiano Dr. Vicente, no Hospital localizado no Municipio da Damba a 190 quilómetros da cidade capital da provincia do Uige, e o único hospital de referencia no país, que realiza tal cirurgia.

    De lá para cá já foram atendidas no mesmo centro 230 casos.

    A conferencia contará com mais de 500 participantes entre especialistas nacionais, alguns Europeus e de alguns paises africanos, população civil e mulheres vítimas da doença.

     

    Por Marcelina Ferraz | Uíge

    Fonte: VOA

    Foto: Alexandre Neto / VOA

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    1 COMENTÁRIO

    1. Penso todas as províncias de angola devia participar em esta conferência no há região em angola ou África que no tem fístula sobre todo mulher jovem,bem-vindo seja esta iniciativa,por uma simple operação perdesse a vida da uma mulher en aspecto social e físico . Aqui em província Namibe opere mais de 14 mulheres com esse problema vi a felicidade de elas depois de ser operadas sem custo. algumas mulheres encontre lê a chorar porque foi expulsa de TAXI de óbito o marido lê abandono a maioria som mulhers rurales .
      Algunas pendente de operação já a presentan fístula complicada com perca de esfinter versicouretral precisamos ajuda compartir outras experiência como resolver.

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