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    Secretário de estado diz que sector da energia garante sustentabilidade económica

    Luanda – O Secretário de Estado para a Energia, Joaquim Ventura, disse hoje, quarta-feira, em Luanda, que o sector tem o enorme desafio de garantir a sustentabilidade do crescimento económico do país à elevação da qualidade de vida dos angolanos.
    O responsável prestou esta informação quando discursava na abertura do Workshop do Instituto Regulador do Sector Eléctrico (IRSE) sobre reflexão das tarifas e o seu ajustamento ao nível das diferentes categorias tarifárias.
    Para o responsável, a produção de energia eléctrica com encargos variáveis mais baixos é a aposto certa, mas está dependente da conclusão dos aproveitamentos hidrográficos e da central de ciclo combinado do Soyo.
    “Enquanto aguardamos a conclusão devemos manter o atendimento crescente da demanda com recursos técnicos, o que implica que os custos de produção de electricidade continuarão a subir, os subsídios continuarão a aumentar e as empresas continuarão cada vez mais dependentes dos recursos do tesouro para manterem os serviços operacionais”, explicou.
    De acordo com o responsável, o executivo angolano tem estado a fazer um esforço de investimento para reabilitar e expandir as infra-estruturas do sector eléctrico, apostando na construção de grandes aproveitamentos hidroeléctrico e de uma central de ciclo combinado de grande porte.
    Neste contexto, acrescentou, se vai oferecer maior quantidade de energia a custo mais baixo, para eliminar o défice actual e garantir a energia necessária para os grandes projectos de investimentos na indústria transformara, extractiva mineral, têxtil, química, que gerará milhares de postos de trabalho para os jovens.
    Segundo o secretário, o valor das tarifas a serem praticadas terão um impacto directo nos planos de desenvolvimento que o executivo já traçou para o país, porquanto, a atribuição dos pressupostos para os critérios de cálculos das tarifas reguladas deverão basear-se em históricos reais e conformar-se com os programas do executivo.
    Tendo enfatizado que as tarifas devem alinhar com o programa de educação e combate à pobreza, ou seja as populações mais desfavorecidas devem ser protegidas, bem como o programa de fomento à pequenas e médias empresas, sem inibirem o empreendedorismo dos jovens na criação de empresas.
    As tarifas, acrescentou, devem estar em consonância com o programa de segurança energética, que prevê a separação de activos em empresas públicas por segmentos e que haverá transferência de custos entre elas.
    Deve-se ainda, segundo o responsável, incentivar o investimento privado nos segmentos de produção e distribuição, aumentar a eficiência comercial das empresas públicas para melhorar a qualidade de serviço, bem como o fomento da industrialização do país e a sua competitividade no mercado regional.
    O executivo, frisou, tem uma política traçada para a electrificação rural e fazer com que à população no campo desfrute da electricidade como um bem que vai aumentar a sua qualidade de vida.

    Fonte: ANGOP

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