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    Secretário de Estado de Hotelaria enaltece construção de hotéis

    Luanda – O secretário de Estado da Hotelaria, Paulino Domingos Baptista, disse hoje (sexta-feira), em Luanda, ser salutar a criação de unidades hoteleiras na nova Baía de Luanda, numa iniciativa privada, no âmbito da terceira fase do projecto da requalificação da área, iniciada em 2012.

    Paulino Baptista - Secretário de Estado da Hotelaria (Foto: joaquina Bento)
    Paulino Baptista – Secretário de Estado da Hotelaria (Foto: joaquina Bento)

    Falando à Angop, à margem do fórum de negócios imobiliários na Baía de Luanda, o governante fez saber que os três hotéis de cinco estrelas projectados para a zona, vai contribuir para a expansão da rede hoteleira, bem como no
    melhoramento da oferta deste tipo de serviços na capital do país.

    “Quando aparece um projecto deste tipo é sempre um motivo de alegria, porque estaria a contribuir para o alcance dos objectos do Governo de melhor os serviços de hotelaria e turismo no país ate 2020.

    “O Governo já definiu que a área de hotelaria é da responsabilidade do sector privado e achamos nós que o sector público só pode dar as facilidades para que os investidores possam materializar os seus projectos” explicou Paulino Baptista, que indicou tendo a Baía de Luanda uma estrutura própria, com os seus projectos e o Governo só lhe resta licenciar as iniciativas privada e dar o apoio moral na materialização dos seus projectos.

    Interrogado sobre o estado do sector no país, o governante que foi orador do tema “Investimentos em Escritórios e Hotelaria na Baía de Luanda, afirmou estar num bom caminho, no quadro do Plano Director que foi traçado e que está a permitir uma séria reestruturação a nível do ministério de tutela.

    O fórum de negócios imobiliários foi uma iniciativa da Sociedade Baía de Luanda, visando dar oportunidade para os investidores nacionais e estrangeiros analisarem o que está a ser feito na Baía de Luanda, bem como explorar
    oportunidades de investimentos que espaço oferece.

    Ao longo do evento foram igualmente abordados temas “Sustentabilidade Urbana e Construção na Baía de Luanda”, “Oportunidades na área de habitação e retalho”, bem como Foi feito o lançamento oficial das maquetas dos primeiros vinte e cinco edifícios a serem erguidos nos três lotes de terrenos à disposição no local.

    As áreas de construção, num total de 494 mil metros quadrados, segundo o gabinete, estão localizadas na Ilha do Cabo e são divididos em parcelas A, B e C, totalizando 39 mil hectares, num investimento total avaliado em 1,5 milhões de
    dólares (um dólar equivale a 100 Kz).

    A parcela A encontra-se no extremo norte da Avenida 4 de Fevereiro, junto ao Porto de Luanda, correspondendo a uma área de nove hectares, que avança para dentro da Baía, no alinhamento da Praça 17 de Setembro, onde será desenvolvido
    um pólo urbano que se antevê de eleição para o estabelecimento do novo centro de negócios da cidade.

    O espaço B, com três hectares, está implantado na primeira linha de água entre a Avenida Dr. Agostinho Neto e a entrada da Ilha do Cabo. Trata-se de um lugar destinado a assegurar a continuidade com o renovado espaço público da marginal.

    Tal zona, segundo os promotores, apresenta acessos rodoviários para a Avenida 4 de Fevereiro, Chicala e Ilha do Cabo, enquanto o espaço C, com 27 hectares, deverá ser transformado numa zona especial de habitação e serviços.

    O projecto, de acordo com os promotores, estabelece um novo desafio para Sociedade Baía de Luanda, designadamente, o consolidar o programa de desenvolvimento imobiliário na zona, bem como contribuir no estabelecimento da cidade de Luanda como uma referência urbana em África e no Mundo.

    Após requalificação parcial, a Baía de Luanda foi aberta ao público em Agosto de 2012, reflectindo uma imagem da modernidade.

    Desde essa data a nova frente marítima, recebe uma média diária de 2,500 utilizadores, e foi, durante o último ano, o palco de mais de 43 eventos públicos e privados, que trouxeram à Baía mais de um milhão de pessoas.

    O projecto de requalificação da Baía de Luanda foi distinguido nos Estados Unidos da América, pela Internacional Waterfront Association, uma instituição sem fins lucrativos que atribui prémios aos melhores projectos de requalificação
    de frentes marítimas e ribeirinhas do mundo. (portalangop.co.ao)

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