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    Schäuble: Alemanha terá de manter as políticas europeias “para bem do país”

    O ministro das Finanças alemão defende que Angela Merkel terá de manter o curso de disciplina orçamental na política de resposta à crise europeia, “no interesse da Alemanha e do nosso futuro”.
    (jornaldenegocios.pt)
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    A política de resposta alemã à crise europeia não deverá sofrer alterações após a vitória eleitoral que Angela Merkel conseguiu no domingo, defendeu o ministro das Finanças da Alemanha, Wolfgang Schäuble, ao jornal “Leipziger Volkszeitung”, citado pelo “Deutsche Welle”.

    A política de resposta à crise através da consolidação orçamental é para continuar “a bem da Alemanha e do nosso” futuro, referiu, citado pela Bloomberg. Para o responsável, “défices mais elevados não são uma solução” para a crise, referiu.

    O aliado de Angela Merkel na União Democrata Cristã (CDU) descartou a possibilidade de aceitar os apelos para uma política orçamental mais expansionista, vindos de França e dos países do Sul. O apoio à actual política de resposta à crise deverá ser mantido, independentemente de a chanceler chegar a um acordo de coligação com o Partido Social Democrata (SPD) ou o partido dos Verdes.

    “Também sou a favor de mais crescimento e mais emprego”, afirmou Schäuble. “Mas acredito que através da consolidação orçamental acompanhada de reformas estruturais é possível chegar lá”, acrescentou. O responsável reconheceu ainda que a política de austeridade tem sido dolorosa em alguns países do Sul, mas notou que começam a ser vistos resultados em Espanha e na Grécia.

    Angela Merkel venceu as eleições do passado domingo com 41,8% dos votos. Um resultado que, embora não lhe dê maioria absoluta, foi a maior vitória nas eleições legislativas desde que Helmut Kohl reuniu uma votação de 43,8% em 1990.

    A chanceler alemã foi eleita para um terceiro mandato e está em negociações para reunir um governo de coligação. O Partido Social Democrata (SPD) é apontado como o parceiro mais provável, já que com o partido dos Verdes as divergências são maiores. (jornaldenegocios.pt)

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