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    Sarkozy e Merkel discutem reformas

    O Presidente francês, Nicolas Sarkozy e a chanceler alemã, Angela Merkel, reuniram-se ontem, em Paris, numa cimeira para discutir a crise das dívidas soberanas europeias e a reforma da Zona Euro.
    Um comunicado do Eliseu afirmou que Nicolas Sarkozy e Angela Merkel vão tentar apresentar “propostas conjuntas” para desenvolver nas próximas semanas e o governo alemão anunciou que o encontro serve para os líderes das duas maiores economias da moeda única “elaborarem e debaterem propostas comuns para reforçar a supervisão político-económica da zona euro”.
    As propostas “destinam-se a apoiar as reflexões do presidente do conselho europeu, Herman van Rompuy, para criar melhores métodos de trabalho e um melhor sistema de gestão de crises na Zona Euro”, acrescentou o documento do governo germânico.
    Na cimeira de líderes da Zona Euro, que decorreu a 21 de Julho, Van Rompuy foi encarregado de apresentar propostas concretas nesse sentido. Outros temas da cimeira franco-alemã foram a situação no Médio Oriente e outras questões de actualidade internacional e europeia, revelou o porta-voz do executivo alemão, Christoph Steegmans.
    Os líderes francês e alemão reuniram no dia em que se soube que a economia alemã quase estagnou no segundo trimestre, mas ainda assim conseguiu superar a estagnação da França.
    Numa altura em que os dois países tentam encontrar soluções para a crise da zona euro, o presidente do Banco Mundial afirma que é muito cedo para uma acção conjunta do G20.
    “Ainda temos governos soberanos que têm de tomar decisões na Europa”, frisou  Robert Zoellick.

    “Eles fazem-no dentro de uma estrutura federal e é responsabilidade de cada uma dessas entidades soberanas decidir como vão enfrentar os desafios de curto, médio e longo prazo, e isso varia de acordo com cada mercado”, acrescentou o dirigente. O Banco Central Europeu comprou um montante recorde de dívida pública da zona euro na semana passada: 22 mil milhões de euros de obrigações de países como Portugal, Itália e Espanha.
    Ontem, foi confirmado o abrandamento da economia espanhola, que avançou 0,2 por cento no segundo trimestre.

    Fonte: Jornal de Angola

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