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    Responsável exorta população a procurar hospitais em caso de sintoma de ebola

    A directora nacional de Saúde Pública, Adelaide de Carvalho, exortou à população hoje, quarta-feira, em Luanda, no sentido de recorrer aos hospitais e outras unidades sanitárias na eventualidade de sentirem sinais de sintomas da doença do ebola.

    Adelaide de Carvalho - Directora nacional de saúde pública (Foto: Pedro Parente/Arquivo)
    Adelaide de Carvalho – Directora nacional de saúde pública (Foto: Pedro Parente/Arquivo)

    Em declarações à imprensa, à margem de uma reunião da Comissão Nacional de Protecção Civil, que serviu para “Analisar o estado de prontidão do sistema de protecção civil, no enfrentamento de eventuais casos do vírus do ebola, a directora apontou como alguns dos sinais da doença a dor de cabeça intensa, febre, mal-estar geral, vómitos, diarreia, tosse e hemorragias.

    Segundo a directora, sintomatologia do ebola pode ser similar ao da gripe, por isso é importante que o paciente recorra aos hospitais ou outra unidade médica logo que sinta os primeiros sinais febris, para um diagnóstico mais exacto.

    Até ao momento, afirmou, Angola ainda não regista nenhum caso de ebola, mas é essencial que o cidadão tenha conhecimento sobre o perigo da doença, assim como as suas formas de contaminação, prevenção e combate.

    Apelou aos órgãos de comunicação social, autoridades tradicionais, líderes religiosos e associativos no sentido de sensibilizarem a população principalmente os habitantes das zonas mais recônditas e distribuir panfletos explicativos sobre a doença em línguas nacionais.

    Avançou que uma das principais medidas a ser implementada pelo Sistema Nacional de Protecção Civil, para prevenir e combater possíveis casos de ebola no país, será o reforço da actividade de vigilância epidemiológica nas unidades sanitárias e nos pontos de entrada terrestres, aéreos e marítimo.

    “As acções prioritárias deverão ser sempre preventivas de formas a se reduzir os riscos de entrada do vírus ebola no território nacional”, salientou.

    Disse ser necessário que os profissionais a actuarem nos diferentes pontos de entrada do país como Serviços de Migração e Estrangeiros (SME), Polícia de Guarda Fronteira e os profissionais de saúde, estejam bem informados sobre a doença.

    Esses profissionais, complementou, devem estar também atentos aos movimentos dos viajantes no sentido de detectarem possíveis casos de sintomas da pandemia. (portalangop.co.ao)

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