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    Presidente Conde faz apelo à calma

    O chefe de Estado guineense, Alpha Condé, apelou à população para a calma após o ataque armado perpetrado na manhã de ontem contra o seu domicílio em Conakry. O atentado durou três horas e provocou um morto, cinco feridos e importantes danos materiais.
    Numa mensagem à Nação, o presidente Alpha Condé  instou a população à calma e à vigilância e pediu para os guineenses deixarem as forças nacionais de segurança fazerem o seu trabalho. O Chefe de Estado guineense felicitou a Guarda Presidencial por resistir ao ataque e salvar a sua vida e a dos membros da sua família, desaconselhando qualquer reacção popular.
    Qualificando os autores do ataque de “inimigos da mudança e do progresso”, Alpha Condé disse que os autores do atentado “não podem parar a marcha da Guiné para a democracia e o progresso”.
    O primeiro-ministro guineense, Mohamed Fofana, convocou ontem à tarde uma reunião com representantes das instituições da República, das associações da sociedade civil e os chefes das Forças Armadas para analisar a situação do país.
    A casa do Presidente da Guiné Conackry Alpha Condé foi atacada por um “rocket” e intensos disparos, noticiou a agência France Press. Uma fonte governamental disse à agência de notícias francesa que um soldado da guarda presidencial morreu durante o ataque. “Um dos soldados que faziam a segurança da casa presidencial morreu”, afirmou a mesma fonte, acrescentando que Condé escapou “são e salvo” e que a motivação do atentado ainda era desconhecida. Moradores do bairro de Kipé, onde está a casa particular do presidente, disseram que houve “disparos com armas pesadas” e que o ataque foi executado por militares.
    Primeiro presidente eleito democraticamente na Guiné, Alpha Condé assumiu o cargo em 21 de Dezembro de 2010. Uma das primeiras tarefas do seu Governo foi reformar os sectores da defesa e da segurança.

    Apoio da Europa

    A União Europeia anunciou, na segunda-feira, em comunicado, que vai apoiar a Guiné Conackry a realizar todas as etapas do plano de paz para um regresso à ordem constitucional e a instaurar um regime democrático.
    A nota refere que Bruxelas vai criar as condições para um regresso mais rápido da cooperação plena e total com a República da Guiné e a conceder créditos suplementares ao Governo de Conakry depois de adoptar um calendário pormenorizado para a realização de eleições legislativas antes do fim deste ano.
    O documento sublinha que créditos destinados à governação, aos transportes e a outros sectores vão ser concedidos depois das legislativas e que a ajuda visa apoiar a Guiné no regresso à ordem constitucional e à democracia.

    Fonte: Jornal de Angola

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