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    “Por conta do sonho socialista bateu-nos à porta o pesadelo do resgate”

    (DR)
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    A vice-presidente do PSD, Teresa Leal Coelho, assina hoje, no Diário Económico, o artigo de opinião “Recordar para fazer diferente”. O texto é uma crítica explícita ao Partido Socialista.

    “Falar de despesa corrente do Estado é falar do pagamento de salários, pensões, saúde e educação. Nunca é de mais lembrar que foi sempre em períodos de governação socialista que Portugal se viu obrigado a negociar resgates financeiras. O último em 2011”, afirma a social-democrata.

    Teresa Leal Coelho fez uma espécie de viagem ao passado para justificar as más opções do PS. “Para além dos momentos em que os primeiros-ministros socialistas se resignaram perante a inevitabilidade de sujeitar Portugal às condicionalidades dos resgates provocados pelos excessos de governação despesista na qual acreditam enquanto modelo de desenvolvimento económico, sustentado invariavelmente na despesa pública e no consumo privado, também o endividamento público e privado são matriz do temperamento socialista sempre que é mandatado para o governo da rés pública”, frisa.

    “Sobre concretizações programáticas socialistas: uma certeza, os portugueses poderão ter garantida, uma vez de novo legitimados para o governo repetirão – por convicção – os mesmos erros grosseiros a que chamam modelo de desenvolvimento. Este temperamento socialista que a coligação contesta é o que mais profundamente nos diferencia”, garante.

    Para a vice-presidente do PSD, o recurso a empréstimos “para financiar a despesa corrente e investimento não reprodutivo” é repudiado pelo PSD “porque este erro grosseiro ou modelo de desenvolvimento, conforme a perspetiva, já deu provas e entrou dentro de casa das pessoas e nas empresas sob a forma de condicionalidades”.

    “E por conta do sonho socialista do investimento público sem critério e como norma, bateu-nos à porta o pesadelo da pré-bancarrota e do terceiro resgate socialista para Portugal sob a forma dramática do desemprego, das falências e dos cortes nos salários e nas pensões”, afirma.

    Para terminar, deixa uma questão no ar: “Desta relação de causa-efeito qual foi a parte que os socialistas ainda não perceberam?”. (noticiasaominuto.com)

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