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    Polícia Nacional em adaptação para as exigências da sociedade

    A Polícia Nacional está em constante adaptação de procedimentos técnicos e operacionais para prestar um serviço ao nível das exigências da sociedade, afirmou, este domingo, o segundo comandante-geral da corporação, comissário-chefe Domingos Ferreira de Andrade.

    Segundo o oficial comissário, que falava em Benguela no acto de abertura da Segunda Conferência Nacional de Formação de Mulheres Polícias, em função do actual contexto do país, exige-se do efectivo o aprimoramento dos seus conhecimentos, diante das necessidades de segurança pública.

    Nesta senda, informou, por obediência à cooperação dos comandantes-gerais da Polícia da África Austral e da Rede Mulher Polícia de Angola (REMPA), a Polícia Nacional programou a realização da referida Conferência, com o objectivo de elevar o profissionalismo do efectivo feminino.

    “Actualmente, a Polícia Nacional, no seu quadro de pessoal, conta com 17 mil e 262 efectivos femininos, o que representa 14 por cento das suas forças”, disse. Destas, 14 mil e 597 realiza acções directas de enfrentamento operacional.

    As cifras ilustradas, segundo Ferreirade Andrade, representam um desafio para que a mulher polícia sinta-se atraída ao acesso permanente de formação, para potenciar habilidades e competências, visando a estabilidade da carreira profisional, tanto do ponto de vista quantitativo como qualitativo.

    A Segunda Conferência Nacional de Formação de Mulheres Polícias arrancou este domingo, na cidade de Benguela, com cerca de mil participantes provenientes dos distintos órgãos dos comandos das dezoito províncias do país.

    Durante a formação, a decorrer de 26 a 30 de Novembro na Academia de Polícia da Baía Farta sob o lema: ” Por uma actuação policial eficaz e eficiente, treinemos a mulher polícia”, serão introduzidos 48 temas ministrados por 45 prelectores nacionais e estrangeiros, segundo fontes policiais.

    A ANGOP apurou ainda que constam dos objectivos da formação, a elevação das atitudes policiais, visando a sua afirmação profissional permanente, para que sejam capazes de alinhar as suas estratégias às definidas pela SADC e pela Policia Nacional, em todas as dimensões.

    Visa ainda melhorar o testemunho da mulher polícia na execução das suas actividades, aplicar os procedimetos técnicos e tecnológicos de acordo com as situações concretas, em prol da segurança dos cidadãos.

    Para enriquecer o acto, as mulheres polícias fizeram demonstrações das suas habilidades, com intervenções da brigada canina, cavalaria, auto, Polícia de Intervenção Rápida, entre outras especialidades.

    A Banda de Música da Polícia Nacional também esteve presente, entoando a conhecida canção “os meninos à volta da fogueira”, poema de Manuel Rui Monteiro musicalizado por Rui Mingas.

    Um grupo folclórico proveniente da província da Huíla, integrado por duas comandantes de esquadra, evidenciou a dança “Nhengã”, arrancando vários aplausos à plateia.

    Entre os presentes, destaque para a Presidende da REMPA, comissária-chefe Elisabeth Rank Frank, e a Coordenadora Regional da Rede Mulher Polícia do Bureau de Harare (Zimbabwe), Evenjoyce Dove.

    A primeira conferência do género realizou-se em Luanda, em 2018, com a participação de mil e 74 mulheres.TC/CRB

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    FonteAngop

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