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    Perspectivas para África são optimistas

    O secretário-geral da ONU disse sexta-feira que “as perspectivas para África são ligeiramente mais optimistas”, referindo-se ao relatório sobre os avanços dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM), divulgado pela ONU.
    “As perspectivas para África são ligeiramente mais optimistas do que antes”, disse Ban ki-Moon em Genebra antes de partir para Cartum para assistir ao acto de proclamação da independência do Sudão do Sul.
    O responsável máximo da ONU adiantou que, dada a taxa de crescimento da região nos últimos anos e as tendências económicas, “a taxa de pobreza deve ficar abaixo de 36 por cento”.Na quarta-feira, em Madrid, o secretário-geral da ONU tinha afirmado que a melhoria da segurança alimentar nos países pobres requer acções dos governos, do sector privado e da sociedade civil para reforçar as redes destinadas a garantir a nutrição.
    Ban ki-Moon, que participava numa reunião do grupo de impulsionadores dos ODM, centrada na segurança alimentar em Madrid, pediu o apoio do Movimento de Melhoria da Nutrição e da Estratégia Mundial para a Saúde das Mulheres e Crianças, para incorporarem a nutrição como componente integral nas suas acções.O responsável da ONU declarou que é necessário colocar os vários mil milhões garantidos para a segurança alimentar à disposição dos investimentos destinados à agricultura sustentável, incluindo o Programa Global para a Agricultura e Segurança Alimentar. Além disso, referiu que é “preciso garantir” que o comércio dos produtos alimentares “seja mais aberto e equitativo”.
    O secretário-geral disse que, diante da actual crise financeira internacional, é o momento para trabalhar para melhorar a segurança alimentar e sublinhou que esta missão tem alguns desafios chave, cuja realização requer “dedicação, criatividade e liderança”. Ban ki-Moon e o primeiro-ministro espanhol, José Luís Zapatero, expressaram a necessidade de esforços concertados para a realização dos chamados
    Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM), que visam reduzir a fome e a desigualdade económica e social até 2015.
    As populações mais carenciadas estão a ser deixadas de fora no acesso à Saúde, Educação e outros Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM), persistindo desigualdades acentuadas entre países e dentro deles, segundo o relatório lançado pelas Nações Unidas.
    No ponto da situação feito pela ONU, as crianças mais pobres aparecem como o grupo que menos progressos regista na melhoria da nutrição e sobrevivência.

    Fonte: Jornal de Angola

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