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    Polícia impede manifestação em Luanda; doze pessoas presas (actualização)

    Manifestação antiga em Luanda (Foto: dw.de)
    Manifestação antiga em Luanda (Foto: dw.de)

    Doze pessoas presas entre as quais dirigente sindical e membro do Bloco Democrático.

    Um forte aparato de forças de segurança impediu Quinta-feira em Luanda uma manifestação convocada pelo chamado Movimento Revolucionário, um agrupamento de jovens que tem no passado protestado contra o governo.

    Várias pessoas foram detidas. Há noticias de que pelo menos 12 pessoas foram detidas  entre os quais o secretário nacional do Bloco Democrático e vice-presidente do Sindicato Nacional dos Professores, Manuel de Victória Pereira.

    O político e sindicalista distribuía panfletos do seu partido quando o detiveram.

    Com um aparato de cerca de 2,000 homens, apoiados pela polícia montada, brigada canina e centenas de agentes dos serviços de segurança, as autoridades governamentais abortaram a manifestação.

    Em comunicado de imprensa, o Bloco Democrático repudiou a detenção do seu dirigente como um acto “ignóbil” que “confirma o carácter ditatorial do actual Executivo”.

    Os presos foram aparentemente levados para uma prisão em Viana.

    Na generalidade as prisões foram efectuadas sem violência mas a polícia fez uso de cães para quebrar um círculo de manifestantes. Pelo menos um deles foi mordido por um dos cães .

    Agentes á paisana foram vistos nas imediações do local marcado para a manifestação mas ao contrário do que tinha sucedido em manifestações anteriores estes não intervieram.

    Alguns dos manifestantes disseram á Voz da América que planeiam continuar as manifestações nos próximos dias desta vez sem lugar marcado.

    A polícia tinha avisado que iria usar de todos os meios ao seu dispor para impedir a manifestação, isto apesar de todos os requisitos legais terem sido cumpridos pelos manifestantes.A organização de direitos humanos OMUNGA tinha anteriormente afirmado que a polícia não podia declarar a greve de ilegal porque os requisitos para a sua realização tinham sido cumpridos e a manifestação é um direito consagrado na constituição.  (voaportugues.com)Por Coque Mukuta

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