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    “Os dirigentes assassinados em kikolo não eram delinquentes e foram mortos por motivações políticas”, afirma Pedro Panela

    (Foto: Unita)
    (Foto: Unita)
    Numa nota de imprensa enviada à redacção do Portal de Angola, e cujo conteúdo passamos a transcrever, a Unita vem reafirmar que a morte dos seus militantes “foi orientada superiormente por razões político-partidárias”.

    O secretário municipal da UNITA em Cacuaco disse esta terça-feira aos jornalistas Filipe Sachova Chakussanga e António Zola Kamuku foram assassinados pela polícia em retaliação a morte a tiro de três agentes da corporação, por desconhecidos.

    Pedro Panela sustenta que a morte dos seus colegas “foi orientada superiormente por razões político-partidárias”.

    Avança que quer António Zola quer Filipe Sachova eram responsáveis conhecidos pelas autoridades policiais e administrativas de Cacuaco com as quais colaboravam em vários domínios para o bem comum da comunidade e nunca foram delinquentes, para merecer uma morte tão injusta e cruel.

    Para fundamentar a sua acusação contra a corporação, Pedro Panela afirmou que os agentes da polícia que executaram o crime hediondo foram vistos por familiares dos malogrados e por vizinhos que naquela noite não dormiram dada a agitação que o bairro conheceu.

    Os envolucros da espingarda automática R4, usada por policiais constituem, segundo o dirigente da UNITA no Cacuaco, outra prova que não deixa dúvidas de que tenham sido agentes da corporação responsáveis pela morte de António Zola Kamuku e Filipe Sachova Tulissanga.

    Na ocasião, Pedro Panela negou qualquer ligação da UNITA com a morte dos três agentes da polícia na madrugada de 1 de Junho no bairro Paraíso, tendo revelado que dias antes do sucedido tinha ocorrido luta entre deliquentes armados e transportados em motorizadas e agentes policiais.

    O dirigente municipal da UNITA fez saber que a delinquência no território de Cacuaco também preocupa o seu partido. Foi por essa razão que no dia 29 de Abril de 2013 apresentou ao Comandante da Divisão da polícia e ao chefe de departam criminal um documento em que estavam arrolados os pontos criticos em que a delinquente é intensa e identificou os grupos de delinquentes e as zonas em que actuam e o modo como actuam.

    Concluindo, Pedro Luís Panela lamentou mutismo dos órgãos de comunicação sociaal públicos perante o assassinato dos quadros da UNITA, o que para o político, é sinal claro do desprezo à vida dos cidadãos quando estes não têm filiação partidária no MPLA.

    Fonte: Unita

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