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    MININT demonstra preocupação com débeis capacidades das empresas de segurança

    Ministro do Interior, Ângelo de Barros Veiga Tavares (ANGOP)
    Ministro do Interior, Ângelo de Barros Veiga Tavares
    (ANGOP)
    O Ministério do Interior está preocupado com as débeis capacidades técnico-profissionais dos efectivos das empresas privadas de segurança, agravadas pelos baixos salários que auferem, bem como a deficiente assistência alimentar, o que os obriga a recorrer a métodos menos correctos para suprir dificuldades.

    A afirmação é do titular da pasta, Ângelo de Barros Veiga Tavares, que discursava na abertura da reunião com as empresas de segurança e sistemas de auto-protecção, que decorreu hoje na capital do país, Luanda.

    Segundo disse, constitui preocupação do MININT, o envolvimento directo ou indirecto de efectivos destas empresas no cometimento de crimes, destacando o aluguer, venda e a simulação de roubos de armas de fogo que, por esta via, vão parar às mãos de marginais que as utilizam no cometimento de crimes.

    Realçou ainda que o mais grave é que as referidas empresas, de modo geral, não têm controlo do seu efectivo, não conhecendo sequer os locais de residência, o que dificulta a sua localização quando os mesmos participam no cometimento de crimes, declinando a responsabilidade civil decorrente das acções destes, conforme estabelecido por Lei.

    Neste contexto, sublinhou que, o motivo da realização do encontro, prende-se com o ineficiente serviço prestado pela maioria das empresas privadas de segurança no quadro do seu papel de instituições auxiliares dos órgãos de polícia.

    A existência das empresas de segurança privada e sistemas de auto-protecção em Angola, decorre de imperativos legais, nos termos da Lei.

    Elas emanam da necessidade do Estado aglutinar as sinergias e capacidades empresariais privadas no domínio da actividade de segurança e de vigilância na área industrial, comercial e de transporte de valores, bem como a comercialização, instalação e assistência de equipamentos técnicos em residências e estabelecimentos comerciais.

    Incumbe deste modo ao ministro do Interior a responsabilidade de licenciamento das empresas privadas de segurança e sistemas de auto-protecção e, por via da Polícia Nacional, a orientação, acompanhamento técnico, metodológico e controlo da sua actividade.

    (portalangop.co.ao)

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