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    Jornalistas apontam soluções contra a violência doméstica

    Mulheres promovem em todo o país o debate sobre o fenónemo que atinge muitos lares Fotografia: Benjamim Cândido

    O Fórum de Mulheres Jornalistas para a Igualdade de Género (FMJIG) defendeu na quinta-feira, no Dundo, província da Lunda-Norte, uma maior participação dos órgãos de comunicação social em acções de sensibilização e divulgação da Lei contra a Violência Doméstica.
    A directora adjunta do Gabinete de Projectos da instituição, Josina de Carvalho, sublinhou, durante uma mesa redonda, que a comunicação social tem a responsabilidade de promover acções para combater a violência doméstica no seio das famílias, tendo em conta a influência que exerce na mudança de mentalidade das pessoas.
    A jornalista, que abordou o tema “O papel dos meios de comunicação social no combate à violência doméstica e na promoção da igualdade de género”, defendeu, ainda, que os jornalistas não devem confinar-se apenas ao conceito de informar, formar e recrear, mas “também ajudar as pessoas a encontrarem boas formas de convivência social, através da promoção do diálogo entre os membros da família”.
    No encontro, que serviu para a recolha de contribuições para o combate ao fenómeno, Josina de Carvalho afirmou que a violência doméstica é um flagelo que tem estado a provocar uma tremenda desestabilização física e emocional das famílias angolanas.
    “O jornalista tem uma influência muito grande na mudança de comportamento das pessoas. Por isso, está numa posição privilegiada para ajudar o Executivo nas políticas de combate a este flagelo que está a causar desestabilização das nossas famílias “, acentuou.
    Os profissionais de comunicação Social, acrescentou, têm de empenhar-se mais na realização de reportagens, através de diversos ângulos, envolvendo diferentes actores sociais, com realce para as autoridades tradicionais, líderes religiosos e organizações femininas, com o propósito de demonstrar as causas e consequências da violência doméstica. A directora provincial do Ministério da Família e Promoção da Mulher, Lourdes Canona, revelou no encontro que o fenómeno da violência doméstica” na Lunda-Norte está a atingir níveis cada vez mais preocupantes.

     

    Fonte JA

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