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    Jornalista do Novo Jornal vence segunda Edição do Prémio Catoca

    O jornalista João Marques Pontes, do Novo Jornal, colocado na província de Benguela, é o vencedor da segunda edição do Prémio Catoca de Jornalismo.

    A gala de premiação aconteceu na noite desta terça-feira, em Luanda, e contou com a presença de várias entidades, entre membros do Governo, responsáveis do grupo Catoca e da comunicação social.

    O profissional venceu o prémio com uma reportagem sobre a orla marítima no país, que retrata os meandros da pesca não declarada e não autorizada que vai se registando nos últimos dias.

    No trabalho houve o reconhecimento da ministra das Pescas, Carmem do Sacramento Neto, que alertou para o perigo que as actividades do género podem causar ao mar.

    Ainda nesta edição, foram distinguidos os jornalistas da Televisão Pública de Angola (TPA) Fernanda Manuel, na categoria de locução, e Boaventura João (língua nacional), enquanto Mauro Guilherme da Rádio Ecclésia, colocado na Lunda-Norte, foi o melhor profissional da região Leste do país.

    Em reportagem, o prémio foi repartido pelos jornalistas Álvaro Victória, do Novo Jornal, e Pedro Narciso (Jornal de Angola).

    Do Jornal de Angola foram também distinguidos os profissionais Arimateia Baptista da província da Huíla, na categoria de imagem, e Ezequiel Cori (entrevista).

    O Prémio Catoca de Jornalismo está avaliado em 20 milhões e 500 mil kwanzas, tendo o grande vencedor recebido três milhões e os distinguidos nas diferentes categorias receberam Kz dois milhões e 500 mil, uma estatueta e diploma.

    Ao prémio concorreram 109 profissionais, tendo sido distinguidos apenas oito em sete categorias.

    Nesta segunda edição foram homenageados 22 jornalistas, entre os quais Adérito Ferreira e Maria Stela da Silveira, da Agência Angola Press (ANGOP), Ana Lemos, Carlos Rosado, Adérito Kisunda, Salas Neto, Vânia Varela, Suzana Mendes, entre outros.

    Na ocasião, o presidente do corpo de júri, Teixeira Cândido, apelou ao cumprimento dos aspectos deontológicos nas peças jornalísticas, pelo facto de terem sido afastadas candidaturas por violação aos princípios do contraditório.MAG

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    FonteANGOP

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