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    Incentivos ao consumo de produtos nacionais

    O Executivo pretende elevar o níveis de rentabilidade das micro, pequenas e médias empresas e garantir-lhes benefícios fiscais quando aprovar a nova lei que vai regular esse tipo de actividade económica em Angola, anunciou ontem, em Luanda, o ministro da Economia.
    Abraão Gourgel, que discursava na abertura oficial da Feira Internacional de Luanda, informou que o Executivo está a criar soluções para simplificar os processos burocráticos de criação e funcionamento das empresas. “Pretendemos estender o guiché único de empresas por todo o país, reduzindo o custo de constituição”, disse.
    A nova lei das micro, pequenas e médias empresas, referiu, atribui isenção fiscal, incentivos fiscais e financeiros, bem como reserva de quotas de mercado às mesmas.
    O ministro citou a Global Entrepreneurship Monitor, para afirmar que a taxa de empreendedorismo em Angola situa-se na ordem dos 31,9 por cento, quando o nível de sucesso das empresas é de apenas 3,3 por cento. O responsável do pelouro da Economia declarou que vai ser lançado um programa de incentivo ao consumo de produção nacional e iniciativas de promoção comercial e rural, tal como vão ser reactivados os contratos de compra entre os produtores e o PRESILD.
    Abraão Gourgel apontou que estão em fase avançada vários projectos de produção petrolífera, no sector da agricultura e pescas, mineiro e da indústria transformadora para garantir nos próximos anos mais postos de trabalho.
    Sublinhou que o Executivo tem o compromisso de reduzir as importações, elevar a produção local bem como a promoção do empresariado nacional e a dinamização das parcerias público-privadas. O presidente da Agência Nacional de Investimento Privado, Aguinaldo Jaime, afirmou na abertura da Feira Internacional de Luanda que a nova Lei de Investimento Privado traz benefícios inovadores em relação à lei anterior.
    Aguinaldo Jaime apelou aos investidores estrangeiros que visitam o país pela primeira vez a apostar no mercado angolano, com a partilha de conhecimentos e transferência de tecnologias que apoiem o mercado a desenvolver-se.

    Por seu turno, o vice-governador de Luanda para a área económica, Miguel Catraio, mostrou-se satisfeito com o interesse de várias empresas nacionais e estrangeiras em participar na Filda.
    Miguel Catraio considerou positivo o nível de presenças de empresas estrangeiras, acrescentando que a iniciativa impulsiona o crescimento de negócios, antecipando novas oportunidades.
    “Todos os anos aumenta o número de expositores, o que permite um maior contributo ao crescimento da economia nacional”, referiu o vice-governador de Luanda

    Fonte: Jornal de Angola

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