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    Governante destaca intervenções integradas no Plano Nacional de Desenvolvimento

    Luanda – O ministro da Construção, Waldemar Pires Alexandre, afirmou hoje, segunda-feira, em Luanda, que há cinco eixos estruturantes de intervenção no âmbito das tarefas que competem ao sector, integradas no Plano Nacional de Desenvolvimento, que vão orientar a actividade nos próximos anos.

    Waldemar Pires Alexandre, Ministro da Construção (Foto: Fotos cedidas)
    Waldemar Pires Alexandre, Ministro da Construção (Foto: Fotos cedidas)

    De acordo com o ministro, que falava em jeito de balanço das actividades desenvolvidas pelo sector em 2013, dos cinco eixos estruturantes de intervenção constam a melhoria da circulação de pessoas e veículos, bem como a promoção da realização de investimentos em infra-estruturas, em coordenação com os demais sectores.

    Considerou que o aumento e melhoria do nível técnico de mão-de-obra nacional, ligada a construção civil, a execução de grandes obras de engenharia no território nacional e a consolidação do quadro legal e institucional do sector da construção são outras prioridades das actividades do Ministério.

    “Vemos assim, definido, com clareza, o rumo a dar à nossa acção, no quadro dos objectivos estratégicos do Executivo, superiormente dirigido pelo Presidente da República, José Eduardo do Santos, que nos confiou a imensa responsabilidade de realizar com êxito todas tarefas que impendem sobre o sector da Construção e Obras Públicas”, sublinhou o governante.

    Fez saber que o Ministério da Construção tem igualmente a responsabilidade de executar um conjunto de programas integrados no Plano Nacional de Desenvolvimento, designadamente o programa de investimentos em infra-estruturas integradas, de construção de equipamentos sociais e edifícios públicos, de construção de novos corredores rodoviários estruturantes, entre outros.

    Segundo afirmou, para o efeito será fundamental a transparência administrativa, o alinhamento rigoroso com os pressupostos básicos para o desenvolvimento, a comparticipação no controlo da dívida pública, o resgate e consolidação da qualidade das obras, o resgate dos organismos tutelados e a avaliação adequada das empresas do sector.

    “Vamos continuar a ser rigorosos e exigentes e a não pactuar com a falta de responsabilidade e a displicência. Afinal, são muito grandes as responsabilidades que temos sobre os ombros e não podemos permitir que a confiança que nos foi depositada seja traída”, referiu o ministro Waldemar Pires Alexandre.

    Na sua óptica, o Ministério da Construção vai consolidar o seu papel de tutela do sector, actuando e agindo em todas as esferas que conformam a sua acção, em nome dos interesses supremos da Nação. (portalangop.co.ao)

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