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    Furto de cabos eléctricos leva cidadãos atrás das grades

    Efectivos da Unidade da Polícia Fiscal Marítima encaminharam, na segunda-feira, para a Polícia Nacional doze homens que transportavam cabos eléctricos vandalizados na via pública.

    O porta-voz do Comando Provincial da PN, superintendente Nestor Goubel, disse que os primeiros 11 homens, de 17 aos 29 anos, foram encontrados pela equipa da guarda de 24h da Unidade Marítima da Polícia Fiscal quando saiam do interior de um navio carcaça atracado junto da referida Unidade.

    ” O facto ocorreu por volta das três horas da madrugada quando uma equipa de serviço realizava a ronda naquele perímetro e deparou-se com os suspeitos a saírem do Navio, tendo sido abordados e detidos em flagrante”, esclareceu.

    Disse que os referidos elementos confessaram terem furtado o material na Avenida Deolinda Rodrigues e têm utilizado os navios atracados na floresta da Ilha do Cabo para guardar os cabos eléctricos que vão retirando aos poucos para a sua comercialização.

    O décimo segundo elemento, de 18 anos, foi detido no mesmo dia em flagrante delito, quando tentava subtrair cabos de iluminação pública, às 11h, no Largo do Pelourinho, na Ingombota.

    O mesmo cidadão já havia sido visto a remover uma tampa de sarjeta, antes de retirar os cabos.

    Também na segunda-feira, a Direcção de Investigação de ilícitos Penais (DIIP) da Polícia Nacional deteve um Individuo de nacionalidade angolana suspeito de burlar 12 milhões 900 mil e 593 Kwanzas.

    O porta-voz do DIIP, inspector chefe Quintino Ferreira, disse, nesta terça-feira, que o homem, de 34 anos, faz parte de uma rede de três elemento, dos quais dois encontram-se em parte incerta.

    Quintino Ferreira referiu que os suspeitos efectuaram os actos de burla através de transferências bancárias de dois cidadãos e uma empresa.

    De acordo com o responsável, estas burlas foram feitas no período de 25 de Dezembro do ano findo e 22 de Janeiro deste ano, por intermédio de mensagens e telefonemas, fazendo-se passar por funcionário de determinados bancos.

    ”Eles obtinham informações privilegiadas das contas dos clientes e clonavam os cartões multicaixas. As transferências eram feitas através de um aparelho TPA, em posse dos mesmos “, esclareceu.

    A DIIP apela aos cidadãos que eventualmente tenham sido alvo deste tipo de burla que façam a participação a direcção municipal ou provincial de Investigação de Ilícitos Penais, para que os dados sejam aferidos.

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