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    Esso Angola anunciou o aumento dos níveis da produção de petróleo

    A Esso Angola pretende adicionar cem mil barris de petróleo por dia à sua produção actual no Bloco 15, de mais de 500 mil barris por dia, com a entrada em funcionamento de 18 novos campos de desenvolvimento, previstos para o segundo trimestre de 2012, soube o Jornal de Angola em relatório da companhia.
    Esse programa começou a ser aplicado em 2010 com a construção do “Projecto Satélites do Kizomba” (PSK). Esse programa determina, inicialmente, o desenvolvimento dos Campos petrolíferos “Clochas” e “Mavacola”, através de um sistema de ligação submarina e de modificações nos módulos dos conveses dos Navios Flutuantes de Produção, Armazenamento e Descarga (FPSO) “Kizomba A” e “Kizomba B”.
    Parte significativa dos trabalhos de construção é realizada dentro das instalações de produção dos FPSO situadas na zona marítima. Antes do início dos trabalhos de construção na zona marítima, foram promovidos vários seminários para dar formação de nível mundial a 150 pessoas, com um único objectivo, que se circunscreve na visão partilhada, compromisso com a acção, estratégia de execução conjunta e a uma abordagem cooperativa centrada na resolução da generalidade dos problemas.
    Segundo a companhia, o projecto “é incomparável em termos de tamanho e complexidade”, dentro de um grande programa de modificação de instalações levado a cabo pela ExxonMobil. Quando estiver concluído, em 2012, os FPSO “Kizomba A” e “Kizomba B” terão uma quantidade adicional de duas mil toneladas métricas de equipamento e cerca de 18 novos poços.
    Tendo em conta o tamanho e a complexidade desse projecto, a Esso tem vindo a trabalhar com a ExxonMobil Development Company, no sentido de serem dados passos extraordinários, para lançar as bases do sucesso, através de uma liderança que garanta “uma equipa que faz a diferença”.
    Para a companhia, essa é uma parte crítica do projecto, uma vez que a produção continua durante a fase de construção e, também, porque a equipa é formada por pessoas de onze países e de 18 nacionalidades.
    O relatório da Esso nota que “até à data, as equipas tiveram um ­excelente registo de desempenho em segurança no trabalho, mantendo-se dentro do calendário estabelecido e a um grau de fiabilidade operacional de classe mundial”.

    O Bloco 15 é uma concessão da Sonangol EP, na qual a Esso Exploration Angola Limited detém 40 por cento de participação e na qual operam a BP Exploration Angola Limited (26,67 por cento), a ENI Angola Exploration BV (20 por cento) e a Statoil Angola AS (13,33 por cento).
    Esses associados desactivaram, no último semestre, a produção que era desenvolvida na primeira instalação de petróleo operada pela Esso Angola no Bloco 15. Trata-se do campo petrolífero “Xicomba”, situado a 145 quilómetros da costa angolana, a 1.355 metros de profundidade de água. Segundo a Esso, esse projecto é o primeiro, em águas profundas, a ser desactivado em Angola.
    Durante o seu ciclo de vida, o “Xikomba” recuperou perto de 100 milhões de barris de petróleo bruto de alta qualidade, tendo alcançado, em 2004, uma taxa de produção de cerca de 90 mil barris de petróleo por dia. O campo “Xikomba” utilizou a tecnologia do sistema preliminar de produção ExxonMobil. Desde o seu arranque, em 2003, o desempenho do “Xikomba” corresponde às expectativas.

    Fonte: Jornal de Angola

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