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    Empresa de Águas projecta melhoria da rede de abastecimento do produto

    O Presidente do Conselho da Administração da Empresa Provincial de Águas de Luanda (EPAL), Leonildo Seitas, anunciou ontem a construção, em Luanda, de mais dois sistemas de abastecimento de água, com capacidade para seis metros cúbicos por segundo.
    Em declarações à Angop, Leonildo Seitas assegurou que a empresa perspectiva construir mais de 700 mil ligações domiciliárias, tendo elaborado um plano estratégico que prevê o aumento da taxa de cobertura do serviço de abastecimento de água, para satisfazer, pelo menos, 80 por cento da população da capital angolana, até 2015.
    O plano, cuja execução está prevista para finais de 2025, inclui a reabilitação e expansão das infra-estruturas e aumento da sua disponibilidade e fiabilidade e a melhoria dos serviços de marketing e comercialização. O responsável afirmou que o sistema IV da Epal, localizado no Bita, está a abastecer os consumidores de Cabolombo, Ramiros, Benfica, Kilamba Kiaxi, Camama e Zango.
    Com este investimento projecta-se o reforço dos sistemas da Maianga, Morro Bento, Futungo, Mussulo e de áreas urbanas vizinhas.
    O presidente do Conselho de Administração da Epal assegurou que o sistema V, na Quilonga, vai cobrir as zonas do novo aeroporto, urbanização do Quilómetro 44, e zona industrial de Viana, nova urbanização de Cacuaco, devendo ainda reforçar a zona do Cazenga, Viana e outras áreas urbanas vizinhas.
    A empresa investiu, entre 2000 e 2010, cerca de 560 milhões de dólares nas área de produção, distribuição e aumento da rede, nos vários municípios da capital. Os projectos em carteira incidem na reorganização e reestruturação da empresa e criação de uma nova cultura empresarial, reorganização da função de recursos humanos, garantia da estabilidade financeira da empresa e controlo dos investimentos.
    Leonildo Seitas referiu que, apesar do investimento avultado e dos resultados satisfatórios, o sector está atento aos desvios de condutas em determinadas zonas para o garimpo de água, o que dificulta o abastecimento à cidade.

    Fonte: Jornal de Angola

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