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    Dirigente do MPLA considera joventude africana como franja da população mais importante

    secretário do Bureau Político do MPLA para a Organização e Mobilização, Ferreira Pinto (D.R)
    secretário do Bureau Político do MPLA para a Organização e Mobilização, Ferreira Pinto
    (D.R)
    O secretário do Bureau Político do MPLA para a Organização e Mobilização, Ferreira Pinto, afirmou hoje, sexta-feira, em Luanda, que os jovens africanos constituem a franja da população mais importante para o peso económico, social, político e cultural do continente.

    Ferreira Pinto fez esta afirmação na abertura da reunião extraordinária da comissão regional africana de Federação Mundial da Juventude Democrática (FMJD), que visa analisar a situação nos países membros da organização e preparar o 18º festival mundial da juventude e estudantes, a realizar-se em Dezembro próximo, no Equador.

    Na sua intervenção, o dirigente partidário observou que na actualidade os jovens africanos se confrontam com o processo de globalização, resultante da influência do desenvolvimento mundial que, por si só, gera um clima de conflito, particularmente em relação ao seu compromisso patriótico.

    “O mundo hoje é cada vez mais globalizado, pelo que os nossos países devem continuar a aprimorar a sua integração neste novo mundo”, disse, realçando a necessidade desta perspectiva incidir no reforço do diálogo, da solidariedade e da cooperação, no interesse da maioria, “que foi sempre um elemento impulsionador da luta de libertação dos nossos povos”.

    Segundo Ferreira Pinto, as transformações políticas, económicas, demográficas, ambientais, técnico-científicas e culturais que actualmente ocorrerem em África e no mundo não podem constituir aspectos isolados da intervenção de cada país, mas impelem a processos de mudanças que devem ser consertados e sistematicamente partilhados pelas organizações juvenis regionais e internacionais.

    Notou que hoje, alguns jovens africanos são incitados a desrespeitar a sua própria identidade, a subverterem os ideais que nortearam as independências e a paz nos seus países, como forma mais rápida da pseudo solução dos seus problemas, porém, muitas vezes no interesse de outros Estados que nada têm a ver com a realidade do continente.

    “As consequências deste comportamento são bem conhecidas entre nós,pois não dão solução aos problemas, mas, pelo contrário, aprofundam cada vez mais as aspirações dos jovens”, asseverou o político.

    Participam no encontro, para além do país anfitrião, delegados de organizações juvenis filiados a partidos políticos provenientes da Zâmbia, Senegal, Ghana, Zimbabwe, Moçambique, Namíbia, Cabo Verde, Republica Democrática do Congo, Congo Brazaville, África do Sul, Tanzânia, Togo, Sahara Ocidental e Hungria (sede da FMJD).

    (portalangop.co.ao)

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