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    Demissão de Tsipras mostra “instabilidade” das soluções de PS, BE e PCP

    O líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro, defendeu hoje que a demissão do primeiro-ministro grego demonstra que as posições secundadas por PS, PCP e BE geram não só instabilidade financeira e social mas também política.

    (D.R)
    (D.R)

    “Aqueles que defendem posições políticas no seio da Europa semelhantes às adotadas pela Grécia, que andaram a alimentar expetativas de mudança após eleições de janeiro último, hoje está clarinho para todos que essa posição – secundada pelo PS, BE e PCP -, é geradora de instabilidade social, instabilidade financeira e também de instabilidade política”, declarou Luís Montenegro à Lusa.

    O líder da bancada social-democrata e cabeça de lista em Aveiro da coligação Portugal à Frente (PSD/CDS-PP) começou por afirmar respeitar “o exercício da soberania política e da democracia na Grécia na sua plenitude”.

    “A Grécia vai para as quartas eleições desde que teve o problema financeiro que conduziu ao pedido de ajuda externa. A comparação com Portugal é muito evidente e os portugueses creio que nos acompanham. A estabilidade política é uma condição que releva muito para a prossecução da estabilidade economia, financeira e social”, sustentou.

    O primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, anunciou na quinta-feira a sua demissão e apelou à convocação de eleições antecipadas na Grécia, numa declaração ao país através da televisão pública grega.

    Hoje, o presidente do partido conservador grego Nova Democracia, Vangelis Meimarakis, recebeu mandato para formar Governo do Presidente da República, Prokopis Pavlópulos.

    Uma ala dissidente do Syriza, a Plataforma de Esquerda, anunciou hoje que vi passar a chamar-se Unidade Popular e formará o seu próprio grupo parlamentar com 25 dos atuais deputados, provenientes da ala mais à esquerda que recusa o acordo com os credores.

    O líder da bancada social-democrata e cabeça de lista em Aveiro da coligação Portugal à Frente (PSD/CDS-PP) começou por afirmar respeitar “o exercício da soberania política e da democracia na Grécia na sua plenitude”.

    “A Grécia vai para as quartas eleições desde que teve o problema financeiro que conduziu ao pedido de ajuda externa. A comparação com Portugal é muito evidente e os portugueses creio que nos acompanham. A estabilidade política é uma condição que releva muito para a prossecução da estabilidade economia, financeira e social”, sustentou.

    O primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, anunciou na quinta-feira a sua demissão e apelou à convocação de eleições antecipadas na Grécia, numa declaração ao país através da televisão pública grega.

    Hoje, o presidente do partido conservador grego Nova Democracia, Vangelis Meimarakis, recebeu mandato para formar Governo do Presidente da República, Prokopis Pavlópulos.

    Uma ala dissidente do Syriza, a Plataforma de Esquerda, anunciou hoje que vi passar a chamar-se Unidade Popular e formará o seu próprio grupo parlamentar com 25 dos atuais deputados, provenientes da ala mais à esquerda que recusa o acordo com os credores. (noticiasaominuto.com)

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