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    Cônsul de Angola em Ponta-Negra esclarece posição do governo sobre presença de mesquitas no país

    (ANGOP)
    (ANGOP)

    O Cônsul Geral de Angola para os departamentos (províncias) de Ponta -Negra e Kouilou, República do Congo Brazaville, Mário Feliz, defendeu na cidade de Ponta -Negra que, o governo angolano vai continuar a manter o respeito pela lei que regula a construção e presença de mesquitas e não só, no país com vista a garantir o bom exercício da actividade religiosa em Angola.

    Mário Feliz falava numa concorrida conferência de imprensa realizada numa das unidades hoteleiras da cidade económica de Ponta -Negra, onde o propósito foi o de esclarecer alguns círculos locais sobre o comunicado do governo angolano que visa uma regulamentação criteriosa da realização ou presença de algumas religiões no país com destaque o islamismo.

    Uma nota de imprensa daquela representação diplomática chegado hoje (quarta-feira) a Angop, indica que, jornalistas locais da Televisão Estatal (TVPN) e Rádio Estatal (RPN) e outras cadeias televisivas e rádios privados, TPT, DRTV, RME TV, L’ACI- Agência Congolesa de Informação) e a Gazette du Gise, têm vindo a divulgar toda a informação obtida durante a conferência de imprensa que visa fundamentalmente esclarecer com maior precisão aquilo que foi a posição do governo angolano para com as mesquita islâmicas em Angola.

    O diplomata, enalteceu todos os esclarecimentos tidos em conta durante a conferência de imprensa realizada em Luanda, onde o governo angolano repudiou algumas informações de alguns órgãos de informação segundo as quais haviam sido destruídas algumas mesquitas.

    O Cônsul Geral disse durante a conferência de imprensa que não é verdade de que haviam sido destruídas algumas mesquitas em Luanda, bem como da proibição da prática do islamismo em Angola nem o encerramento das instituições religiosas cuja construções não foram devidamente legalizadas.

    Respondeu ainda aos jornalistas que o governo angolano não é contra a pratica do islamismo em Angola, mas sim toda a actividade religiosa deve obedecer o cumprimento da Lei e da Constituição Angolana na base dos pressupostos pela lei que regula o bom exercício desta actividade ao invés dela ser exercida de forma irregular o que não é próprio na obediência a Deus.

    Disse também em não haver motivos para eventuais retaliações por parte do islamistas tanto no país ou em outra parte no exterior do país porque segundo ele, a posição do governo e estado angolano foi responsável e plasmado na Constituição da República de Angola e na Lei que regula toda actividade religiosa em Angola, devendo para tal, obedecer pelo cumprimento dos instrumentos que o legalizam.

    A referida conferência de imprensa, foi testemunhada por directores dos departamentos regionais dos Ministérios dos Negócios Estrangeiros e do Interior do Congo Brazaville, Cônsul Gerais e Honorários, acreditados nos departamentos de Kouilou e Ponta-Negra. (portalangop.co.ao)

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