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    Cinema africano tenta lugar ao sol no Festival de Cannes

    Até ao dia 17 Cannes acolhe a nata do cinema para o seu festival. A visibilidade do cinema africano nesta edição de 2021 passa por dois filmes em competição, mas também em mostras paralelas de longas metragens do continente negro em cartaz. Cultura hip hop, aborto ou, ainda, um drama social em Jibuti são alguns dos temas a serem abordados.

    No júri a franco-senegalesa Mati Diop é a voz africana do colectivo presidido pelo afro-americano Spike Lee.

    O órgão deve pronunciar-se sobre 24 longas metragens, incluindo uma marroquina “Alto e bom som” de Nabil Ayouch sobre a cultura hip hop.

    Do Chade chega-nos “Lingui”de Mahamat Sareh Haroum sobre o tabú do aborto.

    Mas também na mostra paralela “Semana da crítica” consta “A mulher do coveiro”, de Khafar Adeyrus Ahmed e a história de um casal pobre a viver no Jibuti a necessitar de uma operação de emergência.

    O cinema africano à procura em Cannes de um lugar ao sol!

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    FonteRFI

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