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    Autoridades tradicionais aconselham preparação dos eleitores para autarquias

    Autoridades tradicionais (FOTO: ANGOP)
    Autoridades tradicionais (FOTO: ANGOP)

    O representante da Associação Provincial das Autoridades Tradicionais (ASSAT) na Lunda Norte, André Fortuna, augura uma preparação prévia e adequada para a maioria da população poder corresponder condignamente às futuras eleições autárquicas no país.

    A fonte respondia  à Angop hoje, (sexta-feira) no Dundo, à questões da desconcentração e descentralização  admnistrativa, tendo realçado a  necessidade de  começar-se  a promover campanhas de educação moral e cívica, à semelhança das eleições gerais de 2012, abrangente a todas as localidades sendo pois “ novo este modelo de governação no nosso país”.

    Afirmou ser  Moçambique um exemplo a reter por achar vantagem nele.

    O regedor  André Fortuna defende  as  sentadas em jangos das aldeias,nos  bairros e nas escolas como alguma das estratégias a serem  adoptadas, no quadro de uma ampla divulgação, entre outros sítios  onde se verifique uma considerável  massa humana, para que se transmitam conhecimentos necessários sobre  os  benefícios, vantagens ou desvantagens das autarquias no país.

    Para ele, as autarquias devem  acontecer no período mínimo de dois anos por forma a serem devidamente preparadas  para serem  de facto  proveitosas lá onde, de acordo com a realidade local, os recursos a serem aplicados possam gerar riqueza para a população e contribuir para o Orçamento Geral do Estado.

    Aquele responsável disse estar confiante na capacidade de adaptação do cidadão ao sistema, mesmo sendo novo para si, tratando-se do reforço da democracia, onde, há  legitimidade do povo em  escolher  os dirigentes da sua própria circunscrição, além de fiscalizar os actos do poder local.

    André Fortuna ressaltou ainda  a maturidade da população em relação a possíveis repercussões  tribais que podem  advir  da eleição dos dirigentes autóctenes “ nós somos um povo que prima pela união na diversidade etnolinguística existente na província e defendemos a unidade nacional, de acordo com a Constituição da República de Angola”.

    A Associação das Autoridades Tradicionais na província da Lunda Norte é composta  por   três mil e quarenta e oito membros dentre regedores,  sobas e sobetas.  (portalangop.co.ao)

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