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    Angola reafirma compromisso com Programa de Acção de Doha

    Angola reafirmou, esta segunda-feira, na sede das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque, o seu compromisso com a implementação do Programa de Acção de Doha, através do Plano de Desenvolvimento Nacional 2023-2027, durante um painel interactivo do Grupo de Amigos dos Países Menos Avançados (PMAs).

    De acordo com uma nota de imprensa, o posicionamento do país foi expresso pelo representante permanente de Angola na ONU, Francisco José da Cruz, que reconheceu o Programa de Acção de Doha como uma nova geração de compromissos renovados e fortalecidos para os PMAs e a sua implementação plena contribuirá para a realização da Agenda 2030.

    Nesta perspectiva, sublinhou que Angola está a mudar o seu paradigma de desenvolvimento, procurando parcerias sólidas com o sector privado e a sociedade civil, bem como parceiros internacionais de desenvolvimento, incluindo as Nações Unidas, as Instituições de Bretton Woods e outras instituições multilaterais para implementar o Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN).

    Francisco José da Cruz salientou que no quadro da implementação do Programa, foram identificadas áreas-chave, como a Promoção do Desenvolvimento do Capital Humano, Garantia da Diversificação Económica, Erradicação da Pobreza em todas as suas formas e dimensões, Fortalecimento das instituições democráticas e do Estado de Direito constam do conjunto de acções prioritárias.

    Quanto aos desafios para o financiamento do desenvolvimento sustentável, considerou os elevados níveis de dívida e custos de financiamento dos PMAs como sendo insustentáveis, dificultando o seu progresso na consecução da Agenda 2030.

    Apelou, por isso, à criação urgente de mecanismos multilaterais de dívida eficazes, eficientes, equitativos e abrangentes para promover a reestruturação colectiva da dívida, uma actualização dos princípios de contracção e concessão de empréstimos responsáveis, incluindo a estrutura existente de encargos e sobretaxas do FMI, sobre os custos dos empréstimos e os encargos da dívida dos países em desenvolvimento e especialmente dos PMAs.

    VIC

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    FonteANGOP

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