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    Angola aumenta área de conservação e está próximo da meta internacional

    A ministra do Ambiente, Fátima Jardim, anunciou na quarta-feira, em Luanda, que as áreas de conservação nacional vão passar de 6,6 por cento para 8,5 por cento do território nacional.
    “Este passo demonstra que a riqueza de Angola e a conservação da sua biodiversidade estão contempladas nos programas do Executivo e que cada vez mais vão possibilitar a visão de crescimento no quadro do processo de desenvolvimento e sustentabilidade do país”, disse a ministra, no lançamento do Projecto de reabilitação do Parque Nacional do Iona.
    Fátima Jardim sublinhou que na reunião do Conselho de Ministros de quarta-feira foram apreciadas propostas de lei para a criação de mais três parques nacionais: o Parque Nacional de Mavinga, do Luengué-Luiana (Kuando-Kubango) e Maiombe (Cabinda).
    Com a criação destes novos parques, o Executivo dá inicio à execução dos compromissos assumidos a nível internacional, relativos à necessidade de se aumentar as áreas protegidas, tendo sido estabelecido para Angola uma percentagem de mais 15 por cento de áreas de conservação.
    O Parque Nacional de Mavinga vai ter uma extensão de 46.0 72 quilómetros quadrados, enquanto o do Luengué-Luiana 22.610 quilómetros quadrados e o de Maiombe 1.930 quilómetros quadrados.
    Quanto ao Parque Nacional do Iona, cujo projecto foi apresentado na quarta-feira, Fátima Jardim disse que o objectivo é criar sinergias para o fortalecimento institucional local e especializar quadros nas áreas de inventariação, gestão, e fiscalização dos recursos das áreas de conservação.

    Maior protecção

    O projecto de reabilitação do Parque Nacional do Iona, que arranca em Fevereiro do próximo ano, tem um financiamento de oito milhões de dólares repartidos pela União Europeia, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Fundo Global para o Ambiente (GEF) e Executivo angolano.
    A directora Nacional do Ambiente considerou a execução do projecto um grande benefício para Angola, uma vez que muitas áreas de conservação não dispõem de estudos para a sua reabilitação.
    Paula Coelho deu como exemplo as áreas do Mupa e da Cameia, que também necessitam de reabilitação, mas para as quais ainda não existem estudos efectuados.

    Fonte: Jornal de Angola

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