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    Ajuste directo: Presidente João Lourenço ‘oferece’ ao grupo português MCA mil milhões de euros para electrificação de 60 comunas

    O projecto de electrificação de 60 comunas em Malange, Bié, Moxico, Lunda-Norte e Lunda-Sul representa um investimento do Governo de cerca de mil milhões de euros, entregues ao grupo português Manuel Couto Alves (MCA) por adjudicação directa – o contrato de maior valor feito pelo Presidente da República nos seus quase cinco anos de mandato

    O Presidente João Lourenço aprovou um contrato de mil milhões de euros para empreitada de obras públicas do projecto de engenharia, fornecimento, construção, teste de sistemas híbridos de geração fotovoltaica e expansão da rede eléctrica para 60 comunas angolanas.

    A minuta do contrato aprovado pelo Presidente da República para este projecto de engenharia e a expansão da rede eléctrica com novas redes de distribuição compreende um total de 60 comunas das províncias de Malanje, Bié, Moxico, Lunda Norte e Lunda Sul.

    O despacho presidencial nº 100/22 de 28 de Abril autoriza igualmente a despesa e formaliza a abertura do procedimento de contratação simplificada pelo critério material para a referida empreitada.

    A medida, que consta do Programa de Desenvolvimento do Sector Elétrico angolano, visa “a redução da pobreza mediante o aumento dos serviços sociais básicos, entre os quais o acesso à energia eléctrica”.

    O Presidente da República delega competências ao ministro da Energia e Águas a competência, com faculdade de sub-delegar, para celebrar e assinar o contrato acima com o consórcio constituído pelas empresas MCA Deutschland GMBH e M. Couto Alves — Vias, S.A.

    O Ministério das Finanças é autorizado a proceder a inscrição do projecto para a electrificação das províncias de Malanje, Bié, Moxico, Lunda Norte e Lunda Sul, através dos sistemas híbridos de geração fotovoltaica no Programa de Investimento Público (PIP) de 2022.

    João Lourenço aprovou também, num outro despacho, a celebração de acordo de financiamento entre a República de Angola, representada pelo Ministério das Finanças, e a Instituição Financeira Inglesa Standard Chartered Bank no valor de 48,9 milhões de euros com cobertura da Agência de Crédito à Expansão Francesa “BPI France”, para a materialização da construção e apetrechamento do Hospital Geral da Catumbela, província de Benguela.

    Para a construção e apetrechamento do Hospital Geral do Dundo, província da Lunda Norte, o Presidente angolano aprovou igualmente o acordo de financiamento entre Angola e a Instituição Financeira Inglesa Standard Chartered Bank no valor de 48,9 milhões de euros com a cobertura do BPI France.

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    1 COMENTÁRIO

    1. Se tivermos de fazer um levantamento sobre o valor real que se devia pagar por esse trabalho, haveriamos de concluir que na realidade não seria esse o valor exato a se pagar pelo trabalho nesses municpios. Alguem por favor faca o levantamento e critique pf!

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