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    AIA propõe reforço dos sectores produtivo e de serviços para competir na região

    A Associação Industrial de Angola sugeriu que a competitividade dos sectores produtivos e de serviços de Angola deve potenciar a economia nacional, para poder competir na região, onde a referência é a África do Sul.

    A informação consta de uma nota de imprensa enviada hoje, segunda-feira, à Angop, designada as premissas da AIA, apresentadas no encontro entre o Bureau Político do MPLA e representantes do empresariado nacional, realizado no dia 26 deste mês, em Luanda.

    Na sua mensagem, a associação considerou que o desenvolvimento das micro, pequenas e médias empresas e cooperativas agro empresariais de empresas agrícolas e grandes empresas é uma necessidade imprescindível e urgente para poder competir com as importações no quadro actual.

    Para a AIA, com o desenvolvimento das micro, pequenas, médias e grandes firmas reverter-se-á a elevadíssima dependência externa no curto prazo, e o país poderá competir com sucesso na Zona de Comércio Livre da SADC.

    A zona de livre comércio, indicou, onde África do Sul e RDCongo serão os “grandes” concorrentes de Angola, um a Sul e outro a Norte, é um espaço para os angolanos poderem evidenciar as suas vantagens comparativas, se as souberem transformar em superioridades competitivas.

    “Noutra época, Angola já cresceu a 25% ano, durante alguns anos e como referência devemo-nos consciencializar que crescer hoje a menos de dois dígitos é correr riscos no médio e no longo prazo, isto é, de um potencial dominador podermos passar a ser
    dominados”, alerta a nota.

    Hoje, como vantagens em relação aquela época, realçou, Angola tem petróleo, novas tecnologias e mercado regional de 220 milhões de consumidores para conquistar.

    “A estruturação e expansão das grandes empresas, passa pelo aumento da sua competitividade e não apenas pelo seu crescimento e pela criação de novas
    oportunidades e quem cria o mercado e emprego sustentável são as MPM”, destaca o documento.

    Fonte: Angop

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