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    Agentes da modalidade reagem ao primeiro teste

    O segundo lugar alcançado pela Selecção Nacional Sénior Masculina de Basquetebol, no recém terminado Torneio Internacional de Guimarães, de preparação para a disputa da 26ª edição do Afrobasket’2011, foi motivo de análise por parte de algumas entidades ligadas à modalidade.
    O antigo internacional angolano Manuel Silva “Pipas” considera que o saldo de duas derrotas e uma vitória se deve ao facto de a equipa não estar no auge da sua forma competitiva e por ser o primeiro teste de fogo de Michel Gomes no comando da equipa.
    “Por aquilo que vimos no Torneio Internacional de Guimarães, a selecção ainda não está no seu melhor. Penso que devemos dar tempo ao técnico, deixá-lo mostrar a sua filosofia, automatizar o grupo para os desafios que se seguem, no Madagáscar, com o objectivo de defender a nossa hegemonia a nível do continente”, argumentou Pipas.
    Para Anselmo Monteiro, treinador dos escalões de juniores do Petro de Luanada, a equipa não esteve bem no primeiro teste. O técnico considera que Angola esteve mal, particularmente no capítulo ofensivo. “Com as ausências de Carlos Almeida, Olímpio Cipriano e Miguel Lutonda esperávamos que Robert Fortes pudesse ficar entre os eleitos, uma vez que possui as mesmas características daqueles. Pelo que observei, Carlos Morais é o único atleta desta posição que dá mais garantia”.
    Anselmo Monteiro acrescentou que é necessário dar tempo ao novo técnico e aguardar se estará ou não à altura de dar resposta aos anseios de todos os angolanos.   O presidente da Associação Provincial de Basquetebol de Luanda, Ludjero Gomes, disse que o primeiro aspecto que saltou à vista foi a do plantel e a média de altura que aumentou em relação à selecção anterior.
    “Acho que ficámos prejudicados na posição de extremos. Para mim, Robert Fortes era um atleta a ter em conta, dada a sua qualidade técnica. O mesmo não posso dizer sobre Paulo Santana. Nessa posição a concorrência é maior”.
    Manuel Sousa “Necas”, antigo extremo da selecção nacional da segunda geração de basquetebolistas, comentou que os jogadores estão na fase de conhecimento da nova filosofia de Michel Gomez e que não se deve precipitar pela exibição do torneio de Guimarães.

    “O técnico é soberano e as sua decisões devem ser respeitadas. Ele já definiu o grupo e é natural que não reúna consenso no seio dos agentes da modalidade. Os outros que estiveram no comando da selecção também foram contestados. Resta-nos esperar que ele cumpra o principal objectivo: a conquista da prova”.

    Fonte: Jornal de Angola

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