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Malanje: Candidato da UNITA apresenta manifesto eleitoral

O candidato a Presidente da República pela UNITA, Adalberto Costa Júnior, é aguardado hoje em Malanje, para a apresentação do manifesto eleitoral à sociedade civil, militantes e simpatizantes do partido.

De acordo com uma nota, o líder da UNITA é aguardado por volta das 10 horas, seguindo, posteriormente, para uma das unidades hoteleiras de Malanje, onde vai presidir ao acto.

Enquanto isso, o secretário provincial da UNITA, Mardanês Calunga, apelou, ontem, aos potenciais eleitores para encararem as Eleições Gerais de 24 deste mês com maior sentido de responsabilidade. O político, que falava no final de uma campanha de “caça ao voto”, no mercado municipal da Catepa, defendeu a necessidade da tomada de decisão na altura de depositar o voto.

Mardanês Calunga prometeu uma maior aposta da UNITA na reabilitação de estradas secundárias e terciárias, caso o partido vença as eleições. Referiu que aquelas estradas vão facilitar o escoamento da produção e atrair os empresários interessados em investir nos vários domínios.

A mesma intenção tinha sido manifestada pelo político no último fim-de-semana, no município de Cacuso, 72 quilómetros a Oeste da cidade de Malanje.

Disse ainda que a UNITA irá trabalhar para o combate à fome e à pobreza, bem como a melhoria das condições de vida das populações de Cacuso e de Malanje, de uma forma geral.

Mardanês Calunga apontou, também, como prioridades os sectores da Educação, Saúde, Agricultura, bem como da Energia e Águas. Relativamente à Educação, disse que, havendo alternância no poder, o seu partido vai incrementar o ensino técnico-profissional, com vista a formação de quadros capazes de contribuir para o desenvolvimento da região.

Reiterou a necessidade da criação de um Governo Inclusivo Participativo assente na justiça social. Apelou aos militantes da UNITA para se absterem de insultos aos simpatizantes de outros partidos, promovendo a tolerância e a concórdia. Lembrou que as eleições são a festa da democracia e um jogo em que vence o melhor.

“Os concorrentes às Eleições Gerais são os partidos políticos, daí que as instituições do Estado devem apenas limitar-se a desempenhar o seu papel”, lembrou.

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