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Cofre Geral de Justiça acusado de não pagar salário às empresas que controlam as lojas de registos e conservatórias

A direcção do Cofre Geral de Justiça está a ser acusado de não efectuar os pagamentos salariais das empresas que prestam serviço de segurança e que controlam as lojas de registos, as conservatórias e outras instituições ligadas ao Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos da cidade de Luanda.

De acordo com a denúncia enviada ao Portal de Angola, as três empresas de segurança que prestam serviço de protecção e asseguramento das conservatórias e lojas de registos, nomeadamente, a NRSA segurança, a DS FILIP Divisão de segurança e a Leão SS, acusam o Cofre Geral de Justiça de estar a dever os os meses de Novembro e Dezembro de 2021, sendo que, com o término do mês de Janeiro de 2022 às portas poderão entrar para o terceiro mês sem ver a cor do dinheiro. Por este facto, apelam à quem de direito no sentido de pressionar a direcção do Cofre Geral de Justiça para resolverem esta questão quanto antes, na medida em que, os nossos efectivos estão privados de poderem resolver os problemas básicos dos seus lares e famílias”, apontaram.

Cofre Geral de Justiça nega existência da dívida
O Portal de Angola ouviu Moisés Nicodemos, um dos responsáveis do Cofre Geral da Justiça, para o contraditório que se impõe e este responsável negou a existência de uma dívida a rondar os dois meses.

Ouvido por este portal via telefónica, Moisés Nicodemos reconheceu estar em falta apenas o mês de Dezembro, tendo garantido que, nos próximos dias essa situação será resolvida.

“Nós temos um auditor externo a quem, remetemos os relatórios da actividade destas três empresas. Tão logo esse auditor nos manda de volta os relatórios então fazemos o processamento dos salários não só das empresas de segurança, mas também, das empresas de limpeza que estão no mesmo processo”, explicou, tendo garantido que estava a terminar de processar as folhas salariais do mês de Dezembro a serem remetidas aos bancos correspondentes ainda nos próximos dias.

Entretanto, o responsável sublinhou que a informação não condiz com a realidade, embora reconheça que pode haver um ligeiro atraso em função desse processo burocrático.

Todavia, Moisés Nicodemos sustentou que ao pagarem às empresas, elas ficam responsáveis em fazer o pagamento salarial do pessoal que têm no terreno, ficando essa responsabilidade exclusiva para as empresas de segurança e não do Cofre Geral da Justiça.

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