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Troika da SADC recomenda continuidade da missão militar em Moçambique

O Presidente sul-africano defendeu a posição da troika da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) de manter as tropas da organização em Moçambique, onde se encontram desde Julho a combater os insurgentes na província de Cabo Delgado.

“Estamos todos estar cientes da necessidade de continuar a combater o terrorismo em Moçambique, um país irmão”, afirmou Cyril Ramaphosa, na qualidade de presidente da troika de Política e Defesa da SADC, na reunião do grupo nesta terça-feira, 11, em Lilongwe, Malawi.

Os Presidentes do Botswana e da Namíbia, que completam a troika, secundaram a posição de Ramaphosa.

“Estamos a notar progressos significativos no domínio da segurança, o que traz a possibilidade de um reinício de uma vida normal em Cabo Delgado […], a nossa missão é agora estender a missão no terreno, uma decisão que deve ser homologada na cimeira desta quarta-feira”, acrescentou o Presidente sul-africano, dando mote à cimeira extraordinária dos Chefes de Estado da SADC que vai analisar amanhã em Lilongwe os modelos de financiamento das operações da força dos países-membros em Cabo Delgado.

A SAMIM, a força da SADC nas siglas em inglês, termina o segundo trimestre da sua missão no sábado, 15, depois de uma primeira extensão em Outubro.

A SADC e o Ruanda têm cerca de dois mil soldados cada em Moçambique para ajudar o exército nacional s combater os terrorizas ligados ao Estado Islâmico que desde Outubro de 2017 provocaram cerca de três mil mortos, mais de 850 mil deslocados e muita destruição em Cabo Delgado.

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