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Oleoduto para Jet-A1 da Sonangol: Angola vai poupar 3,2 milhões de dólares por ano

A Sonangol inaugurou esta segunda-feira o oleoduto para transportar Jet-A1, combustível para aeronaves, com 25 quilómetros de extensão, que vai poupar à empresa gastos anuais de 3,2 milhões de dólares (2,8 milhões de euros), informou a petrolífera angolana.

Trata-se do ‘pipeline’ que liga a instalação de combustíveis da Boavista 5 ao aeroporto internacional 4 de Fevereiro, tendo as obras um custo de 2,2 milhões de dólares (1,9 milhões de euros), segundo o presidente do conselho de administração da Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol), Sebastião Martins.

“Com este projeto vamos fazer uma economia da ordem dos 3,2 milhões de dólares por ano, o que representa para nós uma oportunidade de investir esses meios que vamos poupar noutras áreas onde a nossa unidade de distribuição e comercialização bem precisa”, disse Sebastião Martins, em declarações à imprensa.

Segundo o presidente do Conselho de administração da Sonangol, toda a fase de reparação estava estimada na ordem dos 2,2 milhões de dólares.

“Antes tínhamos que usar cerca de 84 veículos, a andarem pela cidade, agora conseguimos passar a encher um desses tanques aqui na nossa aero-instalação de cerca de 2,5 milhões de litros em cerca de 13 horas, o que é uma grande economia, porque antes levávamos entre três a quatro dias, para poder encher uma aero-instalação desse tipo”, disse referiu o responsável.

Na mesma cerimónia, o ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino de Azevedo, disse que a implementação deste projeto constitui um marco para a atividade de transporte de JET A1 no país, visto que permitirá a redução do número de camiões para o fornecimento de combustível, bem como dos custos operacionais associados ao transporte rodoviário.

“Por outro lado, referir que este projecto confirma o nosso desejo e ambição de assegurar que as nossas operações estejam alinhadas às melhores práticas utilizadas na indústria”, salientou.

Diamantino de Azevedo frisou que os atuais desafios da Sonangol, como principal operadora no segmento ‘downstream’, e a conclusão de projetos estruturantes como este “confirmam o real engajamento do executivo na modernização das instalações, como um dos pilares da reestruturação do setor petrolífero angolano”.

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