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Médicos voltam ao trabalho esta segunda-feira, dia em que os enfermeiros retomam greve em Luanda

A greve dos médicos foi suspensa depois de um acordo com o Ministério da Saúde (MINSA) e os profissionais voltam ao trabalho esta segunda-feira, 20. No mesmo dia, os enfermeiros de Luanda cruzam os braços, retomando a greve suspensa há 30 dias.

O Sindicato Nacional dos Médicos de Angola (SINMEA) avança que foi dado o prazo de 90 dias para o MINSA responder aos pontos que constam do caderno reivindicativo, entre os quais a questão dos aumentos salariais.

Para já, dos pontos do caderno de reivindicações, um deles dizia respeito ao presidente do sindicato, Adriano Manuel, que vai voltar ao seu posto de trabalho no Hospital Pediátrico David Bernardino, tendo-lhe sido retirado o procedimento disciplinar, mas o SINMEA desistiu do pedido de indemnização.

Sobre a melhoria de condições de trabalho, Adriano Manuel diz que foram criados grupos de trabalho com responsáveis do sector, para se encontrar uma forma de dar resposta dentro do prazo de 90 dias.

Médicos de regresso, mas enfermeiros de Luanda voltam à greve

O Sindicato dos Técnicos de Enfermagem de Luanda retoma a greve suspensa há 30 dias porque terminaram as moratórias dadas ao Governo.

O caderno reivindicativo do Sindicato dos Técnicos de Enfermagem de Luanda tem como pontos a abertura do concurso público interno ou a adequação das categorias dos profissionais de enfermagem, a criação de melhores condições de trabalho em todas as unidades de saúde, reposição dos índices salariais, retirada na compensação financeira, alimentação e subsídio de transporte.

Segundo o secretário-geral do Sindicato dos Técnicos de Enfermagem de Luanda, António Afonso Kileba, em declarações à Rádio Nacional, os profissionais “acharam por bem fazer recurso à greve”, tendo decretado o seu início a partir das 07:00 de segunda-feira, a nível da província de Luanda, nos hospitais, centros e postos de saúde.

O sindicalista garantiu que os serviços mínimos por imperativo legal estão garantidos, nomeadamente o atendimento nos bancos de urgência, salas de parto, cuidados intensivos, mas com equipas reduzidas a 50%.

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