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Saudade, emoção e poesia no regresso dos Dragões de Ouro

Depois de um ano sem gala, por força da pandemia, azuis e brancos voltaram a celebrar quem mais se destacou no universo portista

Não foi uma cerimónia com a dimensão dos tempos pré-covid-19, claro, mas a família portista voltou a reunir-se, desta vez em pleno Estádio do Dragão, para distinguir quem mais se destacou ao longo do último ano. No final da gala e no habitual discurso aos convidados, o presidente do F. C. Porto fez uma alusão às buscas ordenadas pelo DCIAP e deixou uma garantia: “Provarei, no sítio certo, a orquestração de calúnias e mentiras”

Num evento marcado pela saudade e que até teve direito a uma gravação de Pinto da Costa a declamar o “Cântico Negro” de José Régio, o líder dos azuis e brancos mostrou-se emocionado e satisfeito por aquilo que conseguiu “desde 23 de abril de 1982”. “Quando comecei, disse que, no fim do mandato, ou mandatos, queria deixar um clube com todos unidos, não à minha volta, mas à volta do símbolo do F. C. Porto”.

FonteJN

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