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Petróleo está a ser negociado abaixo dos 80 dólares o barril

Seguindo a tendência do dia anterior, na abertura dos mercados asiáticos o Brent continua a descer, os analistas começam a definir uma margem que vai dos 76 aos 81 dólares por barril, com a Europa assolada por novos surtos da pandemia do Covid-19 e novos confinamentos

A madrugada desta quinta-feira confirma, através dos mercados asiáticos, a tendência dos últimos dias e que se iniciou em Outubro, depois da Opep e da Agência Internacional de Energia terem alertado para a incerteza dos níveis de procura, justamente, por causa da pandemia.

A OPEP recusou-se mesmo a ceder à pressão dos Estados Unidos para aumentar a produção, mantendo o plano delineado no Verão de aumentar gradualmente a produção no conjunto dos países produtores de petróleo que fazem parte da organização em 400 mil de barris de petróleo dia a cada mês.

Os preços do petróleo estão, entretanto, a recuar nos diversos mercados. No mercado de futuros o Brent teve uma queda de 2,61%, passou para 80,28 dólares o barril na quarta-feira, e hoje, nos mercados asiáticos estava a ser negociado a 79,80 dólares o barris. No caso do crude norte-americano, o WTI, a queda foi de 3%, passou, na quarta-feira, para os 78,36 dólares o barril.

O mercado global de petróleo tem vindo a ser confrontado com um rápido aumento da procura em tempo de pós-pandemia, enquanto a OPEP e os seus aliados, entre eles a Rússia, segurava os índices da oferta, mantendo o aumento gradual da produção nos 400 mil barris/dia para não alargar a oferta de mercado. Ao que tudo indica, terá sido, do ponto de vista dos países exportadores, uma medida sensata.

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