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Ministra de Estado apela para educação ambiental

A ministra de Estado para a Área Social, Carolina Cerqueira, apontou, esta quarta-feira, para a necessidade da promoção de acções tendentes a preservação e conservação das espécies, da fauna e flora e, sobretudo, da educação ambiental.

A ministra, que falava na cerimónia de apresentação do ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, considera serem matérias que devem constar no dia-a-dia da população, especialmente da juventude, tanto nas zonas rurais como urbanas, para que o ambiente seja uma força motriz para o desenvolvimento sustentável em toda a sua dimensão.

Em relação ao turismo, Carolina Cerqueira, que apelou aos colaboradores a empreender esforços no desenvolvimento das capacidades e talentos para impulsionar as acções do ministério, espera que possa criar riqueza para o Produto Interno Bruto, garantir a empregabilidade dos jovens e ser uma fonte importante de rendimento e de divulgação da imagem do país no exterior.

Carolina Cerqueira ressaltou que a grandeza do país é constituída não só pela suas riquezas naturais e belas paisagens, mas, sobretudo, pela génese do angolano a sua generosidade, humildade e seu grande espírito de uma Angola desenvolvida, harmoniosa e em paz.

Culturalmente, adianta a ministra, enquanto alicerce da angolanidade e força impulsionadora dos valores e ideais do povo angolano, deve resgatar, promover e valorizar a angolanidade e idiossincrasia do povo de Cabinda ao Cunene, bem como os que estão na diáspora.

Por seu turno, o novo ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Filipe Zau, afirmou que irá trabalhar para o crescimento do sector de forma sistémica, iniciando por um diagnóstico e depois traçar linhas para o desenvolvimento, enaltecendo a unidade.

“O que vos trago é vontade de trabalhar o mais unido possível. Temos situações grandes não só da área cultural, mas do ambiente e do turismo que calham com varias situações importantes como a identidade nacional, o respeito pela autoridade e também pelo ecumenismo dentro das questões culturais”, disse.

Em relação a estratégia para o cumprimento do plano da redução, até 70 por cento, da emissão do dióxido de carbono, Filipe Zau disse ser um objectivo a ser alcançado com o trabalho.

FonteAngop

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