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Ouçam os avós e respeitem as raízes familiares, pede o Papa Francisco

“Fala-se muito de amor actualmente, mas, na realidade, o que acontece é outro princípio: cada um só pensa em si”.

Ouçam os avós e respeitem as raízes familiares, pediu o Papa Francisco nesta terça-feira, 14, durante um encontro com mais de 25 mil jovens no estádio do Lokomotiv de Kosice, na Eslováquia.

Francisco começou a sua reflexão comentando um pouco do panorama actual:

“Fala-se muito de amor actualmente, mas, na realidade, o que acontece é outro princípio: cada um só pensa em si”.

O Papa destacou as seguintes exortações:

* Queridos jovens, não se deixem aprisionar pela tristeza ou pelo desânimo de achar que nada nunca vai mudar. Se vocês acreditarem nisso, vão ficar doentes de pessimismo, vão envelhecer por dentro, envelhecer jovens.
* Não escutem os profissionais das lamentações, porque a tristeza e o pessimismo não são cristãos.
* O Senhor detesta a tristeza e o vitimismo.
* Não fomos feitos para ficar de cabeça baixa, mas sim para olhar para o céu, para os outros, para a sociedade.
* Cada um está no mundo para ser amado e tem a sua singularidade.
* Não fomos feitos em série; somos seres únicos e livres.
* Estamos no mundo para viver o amor de Deus.
* Cada um é um livro.

“Ouçam os avós e respeitem as raízes familiares”

Foi então que Francisco lançou este apelo aos jovens:

“Não se esqueçam das raízes. E quais são as raízes? Seus pais e, especialmente, seus avós. Eles prepararam o terreno, eles lançam as raízes. Façam perguntas, separem um tempo para perguntar sobre as histórias deles. Hoje existe muito risco de crescer sem raízes”.

E exemplificou:

“Hoje, com a internet, com as redes sociais, há o perigo de crescermos desenraizados, porque tudo está a um clique, tudo é corrido, somos levados a fazer tudo rapidamente. Com o tempo, aquelas pessoas da internet se tornam mais comuns do que os rostos de quem nos gerou. E assim corremos o risco de não ter mais as nossas raízes. Cheios de mensagens virtuais, corremos o risco de perder as raízes reais”.

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