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Líder da IURD Angola pede ao PR atenção especial para problema da igreja

O bispo da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) Angola apelou hoje ao Presidente da República e ao executivo para “darem uma atenção especial” ao problema que afeta a igreja e os seus mais de 500 mil membros

Alberto Segunda fez o apelo durante a conferência de imprensa em que anunciou a publicação em Diário da República, no dia 07 deste mês, do novo corpo diretivo da igreja, eleito em assembleia-geral extraordinária, em junho.

Segundo o bispo, “o que está em jogo não são apenas os líderes da igreja, mas sim os 500 mil membros que sofrem por conta dessa instabilidade dentro da instituição”.

“Pedimos uma atenção especial a quem de direito, das autoridades competentes para verem a resolução desse problema, na reabertura dos templos e também no desbloqueio das contas da igreja, porque temos funcionários, serviços”, exortou.

O líder da IURD Angola apelou também aos pastores e bispos angolanos que se desvincularam da igreja a regressarem, realçando que os conflitos que os dividiam terminaram.

A IURD, fundada no Brasil pelo bispo brasileiro Edir Macedo, chegou a Angola em 1991 “e sempre funcionou da melhor forma possível, sem problema”.
(DR)

“Os problemas começaram em 2019, isso por pessoas que queriam tomar à força o poder da igreja, mas hoje eu poderia dizer que estes conflitos terminaram, uma vez que as autoridades reconhecem a liderança legítima da IURD”, disse Alberto Segunda.

Para o líder da IURD Angola, “o que resta agora é aquelas pessoas que um dia, por uma razão ou outra, preferiram enveredar por outros caminhos, voltarem”.

“A IURD está aberta, a IURD é uma igreja que prima pela ética, pela moral e pelo amor, ninguém é desprezado, ninguém será colocado fora, uma vez que há reconhecimento”, disse.

De acordo com Alberto Segunda, a IURD formou 13 bispos angolanos, dos quais dois trabalham no Brasil, oito se encontram em território nacional, e apenas três se desvincularam da igreja.

“Como é possível três que se desvincularam da instituição quererem açambarcar a direção da igreja, isso não é possível. É só para dizer que estamos firmes e fortes. A IURD é essa que veem aqui. Os 10 bispos angolanos estão aqui connosco, os 500 mil membros estão na fé, os mais de 10 mil obreiros estão na fé”, referiu.

Para o líder da IURD Angola, “o que resta agora é aquelas pessoas que um dia, por uma razão ou outra, preferiram enveredar por outros caminhos, voltarem”.
(DR)

Alberto Segunda salientou que foram instaurados na justiça angolana processos cíveis e criminais, manifestando-se confiante de que “tarde ou cedo” haverá um pronunciamento das autoridades judiciais.

“O que não é justo são pessoas que não são legítimas quererem açambarcar aquilo que não é seu”, frisou.

A IURD, fundada no Brasil pelo bispo brasileiro Edir Macedo, chegou a Angola em 1991 “e sempre funcionou da melhor forma possível, sem problema”, realçou Alberto Segunda.

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