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Decisão do Tribunal Constitucional reforça acusações de estar refém do partido no poder em Angola, dizem analistas

O ambiente político em Angola, está a ser qualificado por alguns analistas, como sendo de profunda crispação política e a popularidade do Presidente da República e do seu partido é vista na perspectiva de pleno declínio.

Para falar sobre o assunto, ouvimos o Deputado da UNITA Joaquim Nafoia, o analista político Albino Pakisi e o jurista David Mendes.

A formalização, esta semana da Frente Patriótica Unida, que aprovou Adalberto Costa Júnior como líder da plataforma política deu lugar ao anúncio do Tribunal Constitucional (TC) que determinou, em Acórdão tornado público, que a eleição de Adalberto Costa Júnior para presidente a UNITA é anulada por irregularidades ligadas à sua dupla nacionalidade que se mantinha, aquando da candidatura.

O acórdão do Tribunal Constitucional, impõe assim que o anterior líder do partido, Isaías Samakuva, retome a liderança do maior partido na oposição pelo menos até à realização de um novo congresso

Como consequência instalou-se, no país, um clima de insegurança e de suspeitas sobre os próximos capítulos desta novela, que tem como actores a UNITA, o MPLA e o Tribunal Constitucional.

Também esta semana foi reforçada a presença de forças policiais e militares, principalmente nos arredores das instituições estratégicas, como são os casos dos órgãos de comunicação social sob a tutela do governo.

Para o Deputado da UNITA, Joaquim Nafoia o país vive uma situação de desnorte total. Afirma, por outro lado, que as instituições que deveriam proteger o estado de direito foram capturadas pelo partido no poder.

Joaquim Nafoia diz, por outro lado, que esta campanha contra o líder da UNITA vai fortalecer, ainda mais os militantes do partido do galo negro.

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