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Abandono: Luanda ainda não conseguiu pôr fim à “maka” das escolas degradadas

Mais de um ano e meio depois de ter trazido à tona a problemática das escolas abandonadas, Novo Jornal volta a visitar as estruturas e «esbarrou» na mesma degradação de sempre. Dada inércia do Estado, não falta quem sugira que população realize manifestações para exigir reparação das infra-estruturas.

Com maior abrangência para o ensino primário e para o I ciclo do ensino secundário, Luanda conta com mais de 10 escolas públicas que não funcionam há, no mínimo, sete anos; algumas por terem as obras paralisadas e outras devido ao encerramento por degradação das infra-estruturas.

A situação, de resto, não é nova e é do conhecimento das autoridades. Por exemplo, em 2019, em declarações ao jornal Nova Gazeta, o director do Gabinete de Educação de Luanda estimou que a capital tivesse, pelo menos, 21 escolas em estado de abandono. Narciso Benedito admitiu, na altura, que o número pudesse ser maior, uma vez que os seus cálculos faziam referência apenas às escolas catalogadas pelo Programa de Investimento Público.

No ano seguinte, isto é, em Fevereiro de 2020, uma reportagem feita pelo Novo Jornal revelou que o problema persistia. Aliás, os órgãos governamentais continuavam sem precisar o número exacto de escolas em estado de abandono, como apurou este semanário junto de uma fonte ligada ao Governo Provincial de Luanda (GPL), que alegou que a informação estava a ser recolhida.

Agora, uma nova ronda do NJ volta a destapar uma realidade já várias vezes retratada pela imprensa. Por exemplo, no distrito urbano do Neves Bendinha, município do Kilamba Kiaxi, a única escola pública da rua Ngola Mbandi continua encerrada. Popularmente conhecida por “Escola 16”, a escola primária n.º 6001 está em obras desde 2014.

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