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UNITA quer declaração de Estado de Emergência

O Comité Permanente da Comissão Política da UNITA defendeu que se declare a Situação de Emergência no Sul do país, com destaque no Cunene, devido às consequências da seca naquela localidade.

Num comunicado da quinta reunião ordinária, realizada na segunda-feira e que se estendeu até à noite, o órgão de cúpula da UNITA apela à tomada de medidas de fundo na abordagem do fenómeno da cíclica seca no Sul e não só. Pediu, igualmente, que sejam tomadas, urgentemente, as “pertinentes medidas” para a reposição do stock de sementes que as populações consumiram devido à fome.

Ao referir-se à situação do país, o Comité Permanente da UNITA deplorou o “agravamento da situação social e económica, cujos indicadores são o aumento da pobreza, generalização de focos de fome e malnutrição nas crianças, quase extinção da classe média, falência de empresas e o aumento do desemprego, sobretudo na juventude”.

Considera que o plano de recuperação da economia, na era da Covid-19, “está desajustado das realidades”, porquanto as empresas e as famílias têm sido penalizadas, quer pelas restrições impostas pela pandemia, quer pelas medidas de política que não concorrem para o empoderamento da classe empresarial.

Aquele órgão da direcção da UNITA voltou a manifestar “grande preocupação” pela crise que prevalece nos sistemas de saúde e ensino. Defendeu que estes dois cruciais sectores sociais merecem “reformas profundas” para prestarem serviço republicano às populações.

Tomou nota, com muita preocupação, do facto de mais de cinco milhões de crianças não puderem estudar este ano lectivo. Disse partilhar a dor das crianças e dos pais afectados e recomenda, ao Executivo, a massificação do uso das tecnologias de informação e comunicação.

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