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Petro: Sócios atiraram-se contra direcção que quer acabar três modalidades

Sócios do Petro mostram-se contra a ideia de o clube acabar com judo, karaté e vela e aconselham-no a fazer cortes nos salários do basquetebol e futebol, por serem modalidades com maior carga financeira.

Sócios do Petro de Luanda opõem-se à posição da presidência da mesa da assembleia-geral do clube que quer acabar com o judo, karaté e vela, apesar do histórico dessas modalidades no quadro de medalhas, apurou o Novo Jornal.

Durante o encontro do último sábado, 14, na sede do clube, o vice-presidente da mesa da assembleia-geral do Atlético Petróleos de Luanda, Jaime Freitas, que presidiu à reunião, submeteu à apreciação dos sócios a possibilidade de as modalidades já citadas anterior deixarem de existir no escalão dos seniores, pelo facto de terem menos impacto por parte do público, embora tenha reconhecido o palmarés que elas ostentam.

Contra a proposta da mesa da assembleia-geral, os sócios questionam o facto de a direcção pretender acabar com modalidades com baixo custo financeiro, que trazem títulos ao clube, ao contrário do basquetebol e do futebol, que financeiramente são os que mais gastos têm.

“Ficamos sem entender por que razão a direcção quer descontinuar com o judo, karaté e vela. Pelo histórico, durante o nosso encontro de associados, questionámos as razões que estão na base desta pretensão. A justificação foi a redução dos custos, quando sabemos que o basquetebol e o futebol têm as folhas salariais repletas de gente que ganham muito dinheiro”, desabafou um sócio em anonimato.

Os sócios questionam, igualmente, à mesa da assembleia-geral que futuro vão ter os atletas das camadas de formação quando chegarem à idade de seniores, uma vez que não terão a oportunidade de competir nas provas nacionais.

“Se, realmente, se quer reduzir alguns custos, o ideal é fazer algum corte nas folhas salariais do futebol e basquetebol, porque, no nosso entender, segundo o relatório e contas que analisámos, esses são os que mais recebem. Se as modalidades propostas para a descontinuação têm trazido títulos, não vemos razões para que deixem de competir nas provas nacionais”, manifestou ainda o sócio.

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