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Marcelo tem encontro marcado com Bolsonaro, mas também com Lula, Fernando Henrique e Temer

 O chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, vai encontrar-se com os antigos presidentes do Brasil Lula da Silva, Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer, em São Paulo, e será recebido pelo Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, em Brasília.

O chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, vai encontrar-se com os antigos presidentes do Brasil Lula da Silva, Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer, em São Paulo, e será recebido pelo Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, em Brasília.

Estes encontros foram divulgados esta segunda-feira através de uma nota no sítio oficial da Presidência da República sobre a deslocação de Marcelo Rebelo de Sousa ao Brasil, no próximo fim de semana, para participar na reinauguração do Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo.

“O Presidente da República, que estará acompanhado do ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, terá encontros com representantes das comunidades portuguesas em São Paulo e Brasília. Estará em São Paulo com os antigos presidentes Michel Temer, Luís Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso e será recebido em Brasília pelo Presidente Jair Bolsonaro”, lê-se na nota, sem indicação de datas.

Esta será a quinta deslocação de Marcelo Rebelo de Sousa enquanto Presidente da República ao Brasil, onde esteve logo no seu primeiro ano de mandato, 2016, para a abertura dos Jogos Olímpicos.

O chefe de Estado já foi recebido uma vez por Jair Bolsonaro em Brasília, em Janeiro de 2018, logo no dia seguinte à sua posse como Presidente da República Federativa do Brasil, na qual Marcelo Rebelo de Sousa esteve presente.

A Assembleia da República aprovou na semana passada, por unanimidade, a deslocação de Marcelo Rebelo de Sousa ao Brasil, entre 29 de Julho e 03 de Agosto, para a reabertura do Museu da Língua Portuguesa.

Na nota hoje divulgada pela Presidência da República, refere-se que o Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, foi reconstruído com a ajuda de Portugal.

Encerrado desde o incêndio de Dezembro 2015, que destruiu dois terços da estrutura do edifício e provocou a morte de um bombeiro, o museu vai reabrir ao público em 31 de julho, anunciaram as autoridades do estado de São Paulo no início deste mês.

Instalado na centenária Estação da Luz, o Museu da Língua Portuguesa, inaugurado em 2006, foi um dos primeiros a homenagear a língua portuguesa no mundo, com experiências interactivas, conteúdo audiovisual e ambientes imersivos.

Depois do incêndio de 2015, foi reconstruído com o patrocínio de instituições privadas como a EDP e a Fundação Roberto Marinho, com o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e esforços combinados dos governos de Portugal e do estado de São Paulo.

Marcelo Rebelo de Sousa, que assumiu a chefia do Estado português em março de 2016, visitou o Brasil no início de Agosto desse ano, para a abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, deslocando-se também a São Paulo e ao Recife.

Passados cerca de três meses, regressou ao Brasil, para a Cimeira da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) que se realizou em Brasília entre 31 de Outubro e 01 de Novembro.

Em 2017, o Presidente da República esteve novamente no Rio de Janeiro e em São Paulo, para as comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, entre 10 e 12 de junho.

Nessa altura, esteve presente, juntamente com o Primeiro-Ministro, António Costa, na assinatura de um acordo entre o Governo de Portugal, a Fundação Roberto Marinho e o estado de São Paulo para a recuperação do Museu da Língua Portuguesa.

O acordo assinado no Consulado Geral de Portugal em 11 de Junho de 2017 previa apoio técnico para a recuperação, divulgação, intercâmbio de informações e a possibilidade de agendas e exposições conjuntas para a promoção da língua portuguesa.

No dia 01 de Janeiro de 2018, Marcelo Rebelo de Sousa representou Portugal na posse de Jair Bolsonaro como Presidente da República Federativa do Brasil, que o recebeu no dia seguinte no Palácio do Planalto, em Brasília.

O assentimento da Assembleia da República às deslocações do chefe de Estado é uma formalidade imposta pela Constituição, que estabelece que o Presidente da República não pode ausentar-se do território nacional sem autorização do parlamento.

 

FonteLusa

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