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CASA-CE acredita na vitória em 2022

O presidente da CASA-CE, Manuel Fernandes, disse, ontem, em Luanda, acreditar que a coligação venha a formar governo no próximo ano, justificando a afirmação com o facto de, alegadamente, ser a força política mais próxima do cidadão.

Ao fazer um balanço da visita aos mercados do Kikolo e do “Sabadão”, no município do Cacuaco, o também deputado informou que a CASA-CE está, com este tipo de visitas, a fazer um diagnóstico dos principais problemas da população e, depois, traçar as políticas que vão concorrer para soluções.

Numa intervenção própria de um período de pré-campanha, Manuel Fernandes disse que deixa aos angolanos uma “mensagem de fé e esperança”, pois “o sofrimento não é eterno”.

Sublinhou que tudo isso passa pela atitude dos eleitores, em 2022. “É preciso que, no momento da decisão, se saiba definir o sentido de voto. Porque quando estamos a colocar o X no boletim de voto, estamos a depositar o nosso futuro durante o quinquénio seguinte a um determinado número de angolanos que vão dirigir o país”, lembrou.

Manuel Fernandes disse acreditar que a CASA-CE vai ser “a escolhida” pelos eleitores, porque “é uma força cada vez mais próxima do cidadão e que coabita com os problemas do dia-a-dia dos angolanos”.

A CASA-CE, segundo o líder, tem ideias concretas para a “resolução dos problemas do povo”, mas, insistiu, “é preciso que a população nos dê este poder, que nos mandate para, em seu nome, podermos dirigir”.

Questionado sobre que ideias concretas tem a coligação para a resolução dos problemas da população, Manuel Fernandes remeteu a resposta para a véspera das eleições, quando for apresentado o Programa de Governo.

Plano estratégico

Adiantou que a CASA-CE está a trabalhar num “plano estratégico” para vencer as eleições. “Primeiro estamos a fazer um diagnóstico e, depois, a traçar as políticas que vão concorrer para a solução dos principais problemas dos angolanos”, disse.

Fundada em 2012, a CASA-CE é a terceira maior força política na Assembleia Nacional, onde ocupava 16 dos 220 assentos. O grupo parlamentar ficou dividido ao meio, depois de o antigo líder da coligação, Abel Chivukuvuku, ter sido afastado, alegadamente, por quebra de confiança política.

Oito deputados respondem pela CASA-CE e os outros oito, entre os quais Lindo Tito, não integram qualquer bancada. Na liderança da coligação, Chivukuvuku foi substituído por André Mendes de Carvalho, que, em Fevereiro deste ano, também foi forçado a abdicar, por alegada letargia, dando lugar a Manuel Fernandes, que tenta recuperar a mística deixada pelo primeiro presidente.

FonteJA

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